A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas. Dados do IBGE revelam que mais de 63% da população brasileira (ou 116 milhões de pessoas) está conectada à internet. Trocar mensagens, assistir vídeos e enviar e-mails estão entre as principais atividades. Se na vida privada a tecnologia é uma realidade onipresente, na área da saúde não é diferente. A revolução digital viabiliza novos serviços e sistemas aos hospitais, e são capazes de entregar resultados revolucionários.
Entender, escolher, desenvolver e implementar uma ou outra inovação na instituição de saúde requer o conhecimento específico de um profissional por vezes “oculto” diante de uma estrutura permeada por médicos, enfermeiros, técnicos e pacientes. Trata-se do especialista em TI, a pessoa capaz de traduzir em soluções de tecnologia as demandas de toda a estrutura de quem vivencia a saúde no Brasil. É quem possui o know-how para transformar bytes em dados interpretáveis, contribuindo para uma melhor governança hospitalar, maior produtividade das equipes e para uma transformação holística da saúde.
Durante muito tempo, a tecnologia foi utilizada apenas para fins operacionais, como a gestão do faturamento de um hospital ou instituição. Informações clínicas de pacientes eram tratadas de maneira desconectada, individualizada e offline.
Com os novos desenvolvimentos, os pacientes estão ganhando protagonismo. Dados – até então isolados – são transformados em informações acionáveis e integradas aos registros de assistência médica, garantindo atendimentos mais ágeis e humanizados, diagnósticos mais assertivos, além de mais segurança às informações.
O prontuário eletrônico do paciente (PEP) e a interoperabilidade (a capacidade que os diversos sistemas da informação e aplicativos de software tem de se comunicar, trocar dados e utilizar as informações trocadas) são facilitadores neste cenário, por entregarem uma gestão do histórico do paciente muito mais eficaz e integrada.
Quando o assunto é o paciente, os avanços proporcionados pelo PEP são incontestáveis. Outras áreas da operação, no entanto, podem contribuir ainda mais com desafios de redução de custos, aumento do faturamento e otimização de processos. Investir em tecnologia da informação é sinônimo de ganhos no médio e longo prazo da operação hospitalar como um todo: desde o controle financeiro, por meio de uma gestão de fluxo de caixa mais eficiente, passando pela área estratégica, com que inclui Business Intelligence, até os setores operacional e clínico.
Para a instituição de saúde, melhor desempenho e produtividade. Para o corpo clínico e pacientes, diagnósticos mais eficientes, melhores opções de tratamento e maiores chances de salvar vidas. Confira abaixo mais alguns benefícios dos avanços da tecnologia para a saúde:
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