
A digitalização dos hospitais está avançando pelo País. Segundo a TIC Saúde 2022, oito em cada dez enfermeiros, por exemplo, usaram os meios digitais para registrar dados sobre os pacientes no ano passado — em 2019, a proporção era de cinco a cada dez. Outro dado importante é que, nos últimos quatro anos, aumentou de 74% para 85% o percentual de médicos que digitalizam a lista de medicamentos prescritos aos pacientes.
Ou seja, cada vez mais gestores e corpo clínico usam a tecnologia a favor do hospital para ter mais eficiência nos diagnósticos, otimizar processos e levar mais qualidade e segurança aos pacientes.
É verdade que o conceito de “hospital sem papel” ainda não é realidade no País, mas esse é o futuro da saúde e podemos trilhar um caminho promissor às mudanças que precisam ser feitas.
Nesse conteúdo, o gerente comercial da Wareline, Raphael Castro D`Oliveira, apresenta 5 vantagens que os hospitais terão quando se tornarem 100% digitais e, assim, ganharem competitividade no mercado.

Sem limitação de espaço ou de ferramenta, os profissionais conseguem se movimentar livremente, o que possibilita realizar suas tarefas em tempo hábil e de forma eficiente. Mas ter mobilidade representa muito mais: é poder acessar os dados de qualquer lugar.
São vantagens para o corpo clínico, que consegue ter acesso a informações importantes do paciente em tempo real; para o paciente, que ganha em segurança e qualidade; e para a instituição.
Imagine um grupo hospitalar com várias unidades pelo País? Ter uma central de serviços compartilhados para condensar o financeiro, compras, faturamento (e outros departamentos) pode ser decisivo para diminuir custos operacionais.
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Quando o hospital adota um DNA digital, há impactos positivos na assistência ao paciente tanto dentro quanto fora do ambiente hospitalar. A mobilidade, como dissemos no tópico anterior, traz mais qualidade e segurança para as instituições de saúde.
O corpo clínico ganha agilidade e dinamismo, conseguindo se dedicar mais ao cuidado humanizado. E, com o histórico e informações relevantes do paciente na palma das mãos, há mais assertividade no diagnóstico e no tratamento, diminuindo eventuais riscos.
Além disso, a telemedicina, que é um atributo muito valioso atualmente para operadoras de saúde, começa a se consolidar nos hospitais. E, com o apoio de um sistema de gestão hospitalar, passam a ser realizadas em ambientes seguros.
O conceito de hospital 100% digital faz com que as instituições se tornem agentes da transformação da saúde. O setor deixa de ser apenas “mais um serviço” para estar fundamentado sobre os pilares da personalização e da humanização.

Um hospital localizado em região concorrida tem um metro quadrado muito caro. Como boa parte dos documentos de saúde precisam ser guardados por muitos anos, obrigatoriamente, essa documentação passa a ser um problema quando depende de espaço físico.
Então, se há uma estrutura 100% digital e um modelo de gestão no qual o papel não é ativo do hospital, a redução de custos é grande.
Com um certificado digital, por exemplo, elimina-se de 80 a 90% das necessidades de impressão em gestão clínica dos pacientes, considerando anamnese, prescrições, evoluções, entre outros procedimentos.
O custo atualmente de impressão terceirizada é dimensionado entre R$ 0,08 e R$ 0,12 por folha. Supondo que uma instituição imprima cerca de 500 folhas/dia, a economia com papel é de aproximadamente R$ 1275,00 por mês. Isso sem contar a redução de custo com cartuchos de impressão, grampos, equipamentos, etc.

Um hospital com DNA digital tem uma jornada do paciente mais fluida, sem intervenção de muitos agentes e sem tanta burocracia — mas com a segurança que o segmento exige. Esse é um item que sobressai na experiência do paciente.
Vale lembrar que a experiência do usuário (UX) atualmente é um dos pilares da gestão hospitalar. As instituições de saúde devem garantir a melhor experiência possível durante toda a jornada do paciente para que ele se sinta privilegiado e respeitado a ponto de se engajar, fidelizar e recomendar o serviço.
E essa jornada começa antes mesmo do paciente passar pelo atendimento e termina depois da alta hospitalar. A boa experiência tem que estar desde o agendamento, quando o paciente consegue escolher as melhores datas e horários para agendar uma consulta, até a retirada de exames, quando consegue visualizar e imprimir resultados pela internet — passando pelo receituário digital, pesquisas de satisfação, nos encaminhamentos e retornos médicos.

A informação digital fica mais fácil de ser processada e enviada às operadoras. Se um paciente sai hoje do hospital, a documentação está pronta para seguir adiante. Além disso, o risco de erros é menor.
Quando os registros são em papel, as informações sobre um atendimento fornecido pelo prestador podem não bater com o registro do plano de saúde, acarretando em glosas.
Entendemos que a mudança total para o mundo digital pode ser complexa, por depender de uma transformação cultural envolvendo todos os setores e equipes — e por demandar investimento. No entanto, há algumas soluções que se tornaram prioritárias nos últimos anos, como é o caso do PEP WEB e do certificado digital.
O prontuário eletrônico do paciente é fundamental por trazer todo o histórico médico do paciente, o que ajuda a garantir que ele receba um atendimento mais personalizado e eficaz (impactando na sua experiência). Além disso, o prontuário eletrônico integrado ajuda na comunicação entre os membros da equipe de saúde, contribui para diminuir erros médicos e reduz o tempo de espera do paciente.
Usado no PEP WEB, um certificado digital protege tanto pacientes quanto médicos. A assinatura é criptografada, conta com sistemas de produção e confere às receitas e atestados validade jurídica.
A Wareline se integra com certificados digitais que possuam padrão ICP Brasil, inclusive o do Conselho Federal de Medicina (CFM). Se você busca uma solução e parceiros já consolidados do mercado, que vão ajudar você a se preparar para o futuro da saúde, fale com a Wareline! Vamos trabalhar juntos para ter um hospital 100% digital!