Gestor Hospitalar: por onde começar a transformação digital

2019-10-01T17:50:54-03:00 03/10/2019|

Para auxiliar as organizações médicas rumo à transformação digital, nosso último post foi voltado para mostrar como;ela está mudando — e deve mudar ainda mais — a rotina dos hospitais, colaboradores e pacientes.

Nesta continuação do conteúdo, estamos focados em trazer insights sobre como o gestor hospitalar pode ir se preparando para conduzir essa etapa disruptiva. Continue a leitura e saiba mais!

Gestor hospitalar e a transformação digital

Contar com a tecnologia é determinante. Mas é preciso ter cuidado, pois não se trata de informatizar uma instituição que não está preparada para isso. É necessária uma mudança de processos de trabalho, o que está diretamente conectado ao envolvimento da alta direção, das lideranças e gestores hospitalares em prol dessa transformação. Isso significa ir além do componente digital e focar em mudanças do capital humano.

E essas mudanças estão diretamente relacionadas a alguns desafios que o gestor irá enfrentar, entre eles:

Velocidade das mudanças

A rapidez com que as transformações acontecem é incrível. Todo dia há uma nova pesquisa, estudo, aprimoramento de técnica, práticas diversas surgindo. O gestor precisa ter em mente que é necessário planejar, criar uma bússola de transformação que o guie junto de sua equipe, para norteá-los e para prever riscos e ajustes por vir.

Cultura colaborativa

As transformações só farão sentido se forem internalizadas e compreendidas pelo time. Depois que isso acontecer, que elas se sentirem parte da transformação e agentes;estratégicos para que elas aconteçam, com certeza será mais fácil de multiplicar os valores e direcionamentos entre as equipes. Para isso, é imprescindível participa-las das mudanças, para que elas entendam o porquê delas, de que maneira a empresa está se preparando, o que é esperado de cada colaborador e os próximos passos.

E esse alinhamento depende diretamente da forma como o próprio;gestor conduz esse processo, ou seja, essa mudança de mindset precisa ser genuína para ele para que possa ser para todo o time, desde executivos, corpo clínico e equipes operacionais.

Aparatos tecnológicos

Contar com os recursos tecnológicos é decisivo. Ainda mais porque grande parte das informações não será gerada por pessoas, mas por equipamentos tecnológicos. E as que não forem geradas por eles, serão armazenadas e manuseadas por meio deles.

Assim, para os hospitais, estamos falando em uma estrutura completa no que diz;respeito a sistemas operacionais e sistema de gestão hospitalar. No caso deste último, ele precisa estar em sintonia com a vanguarda tecnológica, focado em inovação e tendências, além de acompanhar o mercado.

Exemplo disso está em algumas de nossas soluções mais atuais e que colaboram para minimizar os desafios diários de gestores e do corpo clínico. Entre elas nosso App de enfermagem, que teve melhorias incorporadas para oferecer ainda mais dinamismo e segurança ao atendimento prestado, e um Módulo de Monitoramento Clínico que faz uso de Internet das Coisas (IoT) para trazer dados em tempo real dos pacientes para o corpo clínico.

Benefícios para o hospital

Essa cultura da inovação e transformação decorrentes do novo cenário que se desenha possibilita;elevar o nível de atenção à saúde. Com dados em mãos, é possível ao gestor ter;uma visão mais estratégica e que extrapola a instituição, trazendo benefícios diretos para a população que ele atende.

Outras vantagens estão relacionadas ao maior controle da instituição e acesso a indicadores. A tecnologia, portanto, ajudará a medir indicadores, que são instrumentos de apoio;para melhoria de processos. Com esses dados mapeados e acessíveis, é possível ter em mãos dashboards que cruzam informações e permitem planejar e se antecipar. Acompanhar suas evoluções, entender seus desvios e focar em metas vai;permitir ao hospital tomar decisões com mais assertividade e evoluir como negócio.

A visão sistêmica do setor, com a possibilidade de avanços em diagnósticos, prevenção e no próprio;tratamento permite entender que não é a tecnologia que vai conduzir esse processo. Mas sim o gestor hospitalar que, munido de sua expertise no setor e entendendo as reais necessidades da saúde, poderá incorporar;aquilo que efetivamente for viável no momento em que a instituição se encontra, levando fatores como investimentos, custos e sustentabilidade em consideração.