CMD: prepare seu hospital para mudanças do faturamento SUS

CMD: prepare seu hospital para mudanças do faturamento SUS

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Os números da Pesquisa TIC Saúde, divulgada em 2017, dá uma dimensão dos avanços e desafios para a digitalização dos dados brasileiros em saúde. Oito em cada dez estabelecimentos de saúde contam com um sistema eletrônico para guardar os dados de pacientes. A proporção de estabelecimentos de saúde – públicos e privados – com sistema eletrônico cresceu 15 pontos percentuais em relação a 2014, saindo de 66% para 81%.

Ainda assim, somente dois em cada dez armazenam as informações apenas em formato eletrônico. Segundo o levantamento TIC Saúde, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, os dados digitalizados com mais frequência são os administrativos. Já aqueles relativos ao atendimento clínico e ao apoio direto o cuidado ao paciente continuam sendo feito em papel.

Por que isso acontece? As razões são velhas conhecidas de quem atua na área da saúde:

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Escassez de recursos financeiros para investimento em tecnologias;

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Carência de treinamento das equipes;

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Falta suporte técnico em tecnologia da informação;

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Não priorização por parte das políticas públicas governamentais.

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Nesse sentido, iniciativas que auxiliem numa melhor gestão dos dados, em especial no sistema público, têm sido recorrentes. É o caso do Conjunto Mínimo de Dados (CMD), que representa um avanço importante para a informatização do Sistema Único de Saúde (SUS). A solução faz parte de uma resolução assinada pelo Ministério da Saúde (MS) e vai reunir em um único lugar dados hospitalares e ambulatoriais de NOVE sistemas hoje utilizados para registro de atendimentos.

A adoção do Conjunto Mínimo de Dados não está restrita apenas ao SUS, ou seja, ela é obrigatória em todo o sistema nacional de saúde, englobando pessoas físicas e jurídicas.

Na prática, o que isso representa?

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Redução de custos;

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Diminuição no tempo de preenchimento das informações por parte dos gestores de saúde;

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Aplicação correta dos recursos públicos;

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Fornecimento de dados adequados para o planejamento e a execução das prioridades do setor.

[/fusion_li_item][/fusion_checklist][fusion_text]

Você sabia? O CMD é uma base de dados padronizada de natureza administrativa, clínica e demográfica. Ele unifica informações sobre contatos assistenciais e serve de subsídio para gestão, planejamento e avaliação da rede assistencial e serviços de saúde, além de ajudar nas investigações epidemiológicas e clínicas.

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O que é o CMD?

[/fusion_title][fusion_text]É um documento público que coleta os dados de todos os estabelecimentos de saúde do país e de cada contato assistencial (unidade de registro do CMD e definido como atendimento ininterrupto dispensado a um indivíduo em uma modalidade assistencial e em um mesmo estabelecimento de saúde). Aqui, o objetivo é reduzir a fragmentação dos sistemas de informação, principalmente daqueles que possuem dados de caráter clínico-administrativo.

 

Unificação de nove sistemas atualmente adotados no SUS:[/fusion_text][fusion_checklist icon=”fa-check-circle” iconcolor=”#d81904″ circle=”no” circlecolor=”#b51901″ size=”13px” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””][fusion_li_item icon=””]

Boletim de Produção Ambulatorial (BPA)

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Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC)

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Registro das Ações Ambulatoriais de Saúde (RAAS)

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Autorização de Internação Hospitalar (SISAIH01)

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Coleta da Comunicação de Informação Hospitalar e Ambulatorial (CIHA01)

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Sistema de Informação Ambulatorial (SIA)

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Sistema de Informação Hospitalar (SIH)

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Processamento da Comunicação de Informação Hospitalar e Ambulatorial (CIHA02)

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Sistema de Regulação, Controle e Avaliação (SISRCA)

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Fases da implantação

[/fusion_title][fusion_text]Para a execução do projeto, estão previstas três etapas sequenciais e graduais.

1ª etapa – (já implementada) – envio das informações da Atenção Básica de Saúde e da ANS ao CMD informações provenientes de outras bases:
Informações provenientes da Atenção Básica (SISAB): sua base é utilizada dentro do CMD, ou seja, as informações são coletadas a partir da base do SISAB e convertidas para o modelo do CMD. Aqui não há a necessidade de reenviar os dados para o CMD, pois isso é feito direto no Ministério da Saúde pela base nacional.
Informações provenientes da Saúde Suplementar (ANS): integração dos dados das guias da TISS enviadas pelas operadoras.

 

2ª etapa (em andamento)
Aqui serão trabalhadas as demais informações de atenção à saúde das esferas pública e privada que não necessitem de processamento para faturamento e pagamento da produção por procedimentos. Ou seja: tudo aquilo que for orçamentado.

 

3ª etapa
Última e definitiva fase para total implantação, com a descontinuidade do SAI e SIH. Ela tem início previsto para novembro deste ano e abrange todo o SUS, inclusive os estabelecimentos e procedimentos envolvendo faturamento. Ou seja, as informações de atenção à saúde da esfera pública que necessitem de processamento para faturamento e pagamento por produção de procedimentos no âmbito do SUS.[/fusion_text][fusion_title margin_top=”” margin_bottom=”” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” size=”1″ content_align=”left” style_type=”default” sep_color=””]

Como vai funcionar a coleta e envio de dados?

[/fusion_title][fusion_text]A integração dos sistemas de informação vai acontecer por meio do WebService específico para o CMD e em três fases:

 

1ª. Coleta e envio dos dados
Ela poderá ser feita via:

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APP do CMD – Aplicativo simplificado para coleta de dados desenvolvido pelo Ministério da Saúde. Este app está integrado ao WebService do CMD;

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Sistemas próprios integrados ao WebService – quem já possui um sistema próprio ou um sistema contratado não precisará utilizar o CMD Desktop, pois irá integrá-lo e enviará os dados direto para o serviço do CMD. É aqui que se encaixam os clientes da Wareline. Toda nossa equipe está acompanhando de perto as alterações previstas e providenciando as adaptações de forma que atenda as determinações do MS;

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Bases integradas diretamente com o CMD:

– Dados da Atenção Básica (SISAB), por meio do e-SUS Atenção Básica
– Dados da Saúde Suplementar (ANS), por meio das Guias da Troca de Informações da Saúde Suplementar (TISS)

[/fusion_li_item][fusion_li_item icon=””]

Os contatos assistenciais passam por um conjunto de regras de validação da consistência dos dados no WebService, que emite a resposta quanto à aprovação ou à rejeição do contato.

[/fusion_li_item][/fusion_checklist][fusion_text]

2ª. Processamento

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Realizado por uma aplicação que funciona de forma transparente e contínua.

[/fusion_li_item][fusion_li_item icon=””]

3 etapas sequenciais:

1 – Caracterização do contato assistencial – identifica os contatos assistenciais vindos das bases da ANS e do e-SUS AB, e os libera automaticamente para disseminação;

2 – Regras assistenciais – verifica a consistência dos dados relacionados aos requisitos assistenciais básicos de prestação de serviço para o SUS.

  • O contato recebe o status de Validado se não infringir nenhuma regra, ou Bloqueado se infringir uma ou mais regras.
  • O bloqueio alerta o gestor sobre a necessidade de análise quanto a validade ou não do contato assistencial.

[/fusion_li_item][/fusion_checklist][fusion_text]

3ª. Gestão da Informação

 

A gestão dessas informações será feita por meio do Portal do CMD, que funcionará como uma ferramenta para visualização e ação do resultado do processamento dos contatos assistenciais.

[/fusion_text][fusion_title margin_top=”” margin_bottom=”” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” size=”1″ content_align=”left” style_type=”default” sep_color=””]

As melhorias para o dia a dia de hospitais

[/fusion_title][fusion_text]

Para Maria Edinaura de Sousa, da Fundação Banco de Olhos de Goiás (Fubog), algumas vezes mudanças como esta do CMD podem assustar à primeira vista. Mas elas são sempre válidas. “Apesar dos transtornos que poderão ocorrer, o resultado final é positivo. Pelo o que vem sendo divulgado, o CMD promete muitas melhorias no sistema assistencial. E foco total no paciente”, explica.

 Coordenadora do Departamento de Faturamento e da Comissão do Prontuário Eletrônico Paciente (PEP), Edinaura acredita que a proposta do CMD é muito boa, pois propõe facilidades na padronização das informações referentes aos atendimentos dos pacientes. “Então é uma solução que vai nos auxiliar muito, na medida em que estamos falando em inserção dos dados em único sistema, em integração com sistemas próprios, layout mais atualizados e envio do faturamento diariamente, não mais uma única vez no mês”, garante.

A profissional destaca que entre os vários benefícios que a instituição espera com a nova solução, merece destaque a otimização do tempo. “Em média, realizamos 15 mil atendimentos SUS por mês. O fato de enviarmos o faturamento em tempo real evitará sobrecarga de trabalho nas datas de envio, diminuindo, inclusive, o pagamento de horas extras pela a instituição.”

Contar com um sistema como o da Wareline para integrar e enviar os dados direto para o serviço do CMD é de extrema importância, segundo Edinaura. “Um bom software de gestão é necessário para que possamos acompanhar todo processo de mudança proposto pelos órgãos competentes, sejam SUS ou NÃO SUS. Do contrário, as empresas enfrentarão muitas dificuldades para terem uma gestão eficaz. Assim, a parceria com a Wareline representa um apoio e o cuidado dos programadores de estarem antenados com as mudanças”, conclui.

Ficou com alguma dúvida sobre a implantação do CMD ou já quer começar a preparar sua instituição? Estamos prontos para ajudar! Fale com um de nossos consultores clicando aqui.

Fontes: Conjunto Mínimo de Dados e SBIS

Texto originalmente postado em 16/08/2018

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