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Faturamento SUS: sua eficiência pode trazer mais de 15% de economia para saúde

2018-08-20T15:41:55-03:00 07/06/2018|

No começo de maio, o evento do Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde) reuniu, em Brasília, gestores e pesquisadores do Brasil, Reino Unido, Canadá, Portugal e Costa Rica para discutir o futuro dos sistemas universais de saúde. E uma das conclusões a que esses experts em saúde chegaram foi bastante importante para garantir a sustentabilidade do setor de saúde brasileiro. Com uma melhoria da eficiência do SUS, seria possível alcançar uma economia de 16,5% nos gastos em saúde nos próximos 12 anos. Esse resultado chama atenção no cenário de subfinanciamento e envelhecimento populacional em que vivemos.

 

A conclusão vem da análise do Banco Mundial que aponta que, se o país mantiver o atual cenário de gastos em saúde (R$ 295 bilhões/ano), atingirá R$ 701 bilhões em 2030. Com mais eficiência, as despesas cairiam para R$ 585,4 bilhões (R$ 115,6 bilhões a menos).

 

Faturamento SUS: gestão é imprescindível

 

Mas como um hospital que atende pelo SUS pode ter uma gestão mais eficaz, minimizando desperdícios de gastos e controlando investimentos? Contando com um setor de faturamento eficiente e um sistema de gestão que atenda a todas as determinações do DATASUS.

 

Ok, sabemos que gerenciar um hospital não é tarefa simples. São diversas rotinas e inúmeros processos que precisam ser administrados para que o bom atendimento e o retorno financeiro sejam assegurados. Nesse sentido, o setor financeiro ganha destaque, mas, para que ele funcione corretamente, é importante que o faturamento hospitalar supere as suas fragilidades – e que o faturamento SUS seja realmente mais ágil.

 

A rotina hospitalar segue um ritmo acelerado, o que faz da ordem e da gestão fatores fundamentais. Quando se trata do setor de faturamento hospitalar, que recebe informações de vários setores e ao mesmo tempo, a organização se torna ainda mais imprescindível. É preciso que ele funcione alinhado com as necessidades do hospital para que tais informações não cheguem com incorreções e, assim, prejudique o fluxo financeiro da instituição.

 

A gestão financeira precisa, portanto, trabalhar para o equilíbrio econômico-financeiro do hospital, o que evitará problemas como:

  • Glosas
  • Rejeição de contas
  • Falta de controle dos gastos
  • Despesas desnecessárias
  • Valores errados de repasses
  • Dificuldade em realocar recursos para atividades mais produtivas

 

Faturamento SUS: sistema de gestão traz eficácia

O DATASUS cria normas que devem ser seguidas à risca por todas as instituições que prestam serviços ao sistema público de saúde. Entre essas normas estão as evoluções e restrições das regras de cobrança, dos valores a serem repassados e atualizações dos procedimentos realizados pelo sistema.

Hospitais que atendem pacientes do SUS precisam, portanto, ficar atentos a qualquer mudança nas regras relativas aos procedimentos, evitando erros que possam gerar os problemas acima citados e, assim, prejuízos financeiros.

A tecnologia é uma grande aliada para facilitar e agilizar os processos de faturamento SUS, servindo como um guia para o que a legislação vigente exige. Por meio de softwares de gestão hospitalar, que possuam módulos específicos para o Faturamento SUS, este trabalho se torna mais fácil.

 

Solução Wareline

O sistema de gestão da Wareline foi desenvolvido com o cuidado de orientar o preenchimento correto das informações e a validação de possíveis incorreções antes do envio da cobrança. Isso elimina a possibilidade de rejeição de contas. Além dos erros poderem causar prejuízos à instituição, eles afetam o fluxo de caixa e podem ser caracterizados como tentativa de fraude.

 

A empresa conta ainda com uma equipe especializada no acompanhamento e implementação das novas normativas dentro de seu sistema de gestão hospitalar. Desse modo, os clientes estão sempre atualizados e atendendo às demandas e prazos estabelecidos pelo governo.

 

Módulos BPA e APAC

O sistema de gestão da Wareline possui módulos específicos para o faturamento dos atendimentos do SUS.

O módulo BPA (Boletim de Produção Ambulatorial), por exemplo, é o responsável por todo o gerenciamento do faturamento ambulatorial do SUS. Com ele é possível cadastrar regras de repasse para cada médico e procedimento, além de gerar as contas de atendimento automático e sem a necessidade de realizar a tarefa em cada um deles. Isso resulta em mais praticidade e agilidade nesse processo.

 

O BPA também faz a validação criteriosa das consistências da tabela do SIA/SUS, na qual estão os procedimentos mais simples, que podem ter sua produção informada em lotes (procedimentos consolidados) e aqueles mais complexos e caros, que devem ser detalhados com os dados de cada paciente e de seu atendimento, com regras mais rígidas (procedimentos individualizados).

 

O módulo APAC (Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade) controla os pacientes que estão em tratamento e a impressão dos laudos das APACs, imprimindo apenas aqueles cuja validade já terminou. Ele também permite acesso ao faturamento sem a necessidade de aguardar a emissão do número da APAC emitida pelo SUS, pois é possível utilizar um número fictício e depois ser feita a troca pelo novo número. Ele imprime o espelho da APAC como o emitido pelo sistema do governo e controla as quantidades de procedimentos inseridos através da impressão do FPO (Ficha de Programação Orçamentária). Além disso, faz o lançamento da regra de repasse para cada médico.

 

A tabela SIA/SUS também é utilizada na APAC, porém os procedimentos que devem ser cobrados nela são os de alta complexidade, de controle mais rigoroso que os consolidados e individualizados do BPA. No faturamento desses procedimentos, as consistências são maiores, o conjunto de dados informado envolve também os de tratamentos anteriores e resultados de exames que justifiquem a necessidade da realização desses procedimentos.

 

Outras funcionalidades de cada um dos módulos

BPA/SUS

– Impressão de FPO para controle dos procedimentos;

– Geração de XML (mamografia), para o sistema governo (SISMAMA);

– Busca automática de SADT, cirurgia e cobrança automática;

– Transferência automática para o sistema do governo.

APAC/SUS

– Controle dos pacientes em tratamento;

– Faturamento de procedimentos de alta complexidade;

– Controle de frequência dos pacientes;

– Emissão de laudos de APAC;

– Emissão de relatórios estatísticos e financeiros.

 

Seja de instituição pública ou privada, o setor de faturamento hospitalar não deve ser entendido como aquele de contas a receber. E no caso do SUS, controlar todos os aspectos que envolvam o faturamento de um atendimento é um processo complexo que exige muita atenção para que os erros não aconteçam.

É por isso que contar com um sistema de gestão hospitalar como da Wareline, que possui um módulo específico, será um facilitador nessa tarefa.

Para saber mais sobre a nossa solução, entre em contato!