Vivemos em um mundo hiperconectado e isso impacta diretamente no comportamento e na relação que estabelecemos uns com os outros. Mudamos como consumidores e nossa relação com as marcas e estabelecimentos estão cada vez mais próximas.
[fusion_imageframe image_id=”21144″ style_type=”none” stylecolor=”” hover_type=”none” bordersize=”” bordercolor=”” borderradius=”” align=”none” lightbox=”no” gallery_id=”” lightbox_image=”” alt=”” link=”” linktarget=”_self” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” animation_type=”” animation_direction=”left” animation_speed=”0.3″ animation_offset=””]http://www.wareline.com.br/wp-content/uploads/2018/01/infográfico_tendências-optimized.png[/fusion_imageframe]
E área da saúde não fica de fora. As novas tecnologias, em especial os aplicativos de comunicação para smartphones ampliaram o contato entre diferentes players, o que resultou em mudanças no que diz respeito à TI e Saúde, em especial um paradigma na relação entre pacientes, corpo clínico e instituições de saúde.
Alguns estudos que reforçam esta movimentação no setor. A pesquisa “StateoftheConnectedPatient”, realizada nos Estados Unidos, mostrou que 74% das pessoas preferem marcar suas consultas online e mais de 30% as fariam via Telemedicina.
Já o estudo “2017: The Ahead in Health IT” (“2017: O ano de progresso em TI na área de Saúde”), levantou junto a 95 executivos de saúde quais seriam as ferramentas que eles planejavam introduzir ou estudar no ano passado. O resultado foi:
. 45% dados analíticos;
. 45% melhora do fluxo de trabalho;
. 44% telemedicina;
. 41% saúde populacional;
. 41% serviços médicos inteligentes;
. 34% monitoramento remoto dos pacientes;
. 21% medicina de precisão.
Ficou claro que a tecnologia já dita o futuro da medicina e as possibilidades da tecnologia para inovação na saúde são infinitas. Listamos algumas das principais tendências que devem ganhar destaque neste ano, incluindo áreas como Internet das coisas, Inteligência artificial, Telemedicina, entre outras.
Confira!
Com o crescimento da informatização da área da saúde por meio de sistemas de gestão hospitalar, o setor tem se beneficiado com o armazenamento de informações no ambiente protegido e controlado na nuvem. Fato é que 50% das instituições de saúde já estão migrando suas informações para a nuvem.** Pensar em evolução sem considerar esse tipo de ação é cada dia mais inviável.
Wareline: AWS Partner
Em parceria com a Amazon Web Services (AWS), divisão da Amazon dedicada ao modelo de cloudcomputing e responsável por armazenar os dados em seus datacenters, o sistema daWareline oferece aos seus clientes diferenciais na gestão e armazenamento. Alguns deles são:
Ser operado por um robô já não é algo tão distante. Utilizando instrumentos robóticos, cirurgiões experientes estão realizando cirurgias de forma segura, com precisão milimétrica, sem tremores (comuns nos humanos) e que permitem ter acesso às áreas mais delicadas do corpo.
Entre os principais benefícios estão: cirurgias menos invasivas e que geram menos dor ou trauma ao paciente. Aqui os robôs têm sido aliados para procedimentos mais seguro, precisos e que permitem uma recuperação mais rápida.
Robôs microscópicos como substituição de medicamentos
Analistas afirmam que, para 2018, nanorobôs serão essenciais para substituir medicações. Um exemplo seriam robôs microscópicos que poderão executar funções na corrente sanguínea, como limpar as artérias. Assim, a expectativa é que, em curto prazo, eles sejam treinados para detectar e tratar diferentes tipos de problemas de saúde.
Quase todos os países desenvolvidos estão usando a telemedicina e a maioria dos países do continente africano já fazem uso dela para alcançar comunidades afastadas.A ideia, segundo especialistas da área, é que em um futuro próximo, apenas aqueles que estiverem muito doentes precisem efetivamente ser internados – o restante poderia ser tratado em casa e acompanhado por monitoramento remoto.
Um levantamento da American TelemedicineAssociation (ATA) aponta que, em locais que já usam o suporte online em larga proporção, como os Estados Unidos, a quantia de diagnósticos precisos para condições comuns é de 80%.
No Reino Unido, seu uso possibilitou uma redução de 52% nas internações de idosos***. O reflexo disso para a economia foi significativo: 2% menos gastos total com saúde, pois os atendimentos são mais ágeis, cortando custos com espaços físicos e sem a necessidade de transporte para áreas afastadas.
E no Brasil?
Por aqui, a telemedicina está avançando. Segundo ChaoLung Wen, professor de medicina da Universidade de São Paulo, apesar de ainda estarmos no começo, já existem equipamentos como o ultrassom portátil, que mostra o exame num tablet, e impressoras 3D, que reproduzem com perfeição o corpo humano. No futuro, uma série de cuidados com pacientes idosos, com deficiência ou doenças crônicas passarão a ser gerenciados em domicílio. “São duas grandes áreas, e eu suponho que vai ter um grande crescimento, e nós vamos ter que formar cada vez melhor os futuros médicos para saberem lidar com isso”, explica o professor.
Um dos entraves para ela avançar mais está numa resolução (nº 1.643/2002) do Conselho Federal de Medicina (CFM), que restringe consultas médicas por telefone ou internet diretamente entre profissionais de saúde e pacientes. Isso significa que apenas quando houver um profissional de saúde em ambas as pontas do canal de comunicação ela é permitida.
A grande questão é que, quando falamos de médicos especialistas, 70% deles estão nas regiões sul e sudeste do país e em alguns Estados não há profissionais deste tipo. Isso limita o uso de soluções tecnológicas para fazer consultas, monitorar pacientes, prescrever remédios, analisar exames e muito mais. Em um país com dimensões continentais e desafios de mobilidade urbana, a interação exclusivamente presencial entre médico e paciente acaba restringindo ainda mais o acesso à saúde.
Sobre a Telemedicina
A telemedicina é uma ferramenta que permite a análise de exames e diagnósticos remota e digitalmente.
Entre as suas vantagens estão o maior contato entre profissionais em diferentes localidades, que podem compartilhar diagnósticos e conhecimento de novas técnicas, condutas e avaliações. Além disso, há uma melhora no tempo de serviço e na qualidade do atendimento devido a exames e diagnósticos mais precisos, o que também reduz custos para as instituições e agiliza processos.
Mas a telemedicina vai além. Não só cirurgias presenciais podem ser feitas com robô, mas também aquelas à distância. Em cooperação com um médico local, que não tenha tanta experiência e possa acompanhar presencialmente o procedimento, um cirurgião pode operar remotamente.
Camisetas com sensores para monitoramento da frequência cardíaca e temperatura, sensores ingeríveis para verificar como medicamentos agem no organismo e até chips embutidos na pele para monitorar os níveis de açúcar.
Os dispositivos vestíveis (Wearebledevices) são importantes no acompanhamento de pacientes que precisam de cuidados constantes, como diabéticos, e na medição da performance de atletas. Os dados coletados são transmitidos em tempo real para que os médicos possam realizar interações imediatas remotamente sempre que necessário.
Com os dados em mãos, é possível conhecer melhor o paciente, diagnosticar doenças e propor soluções mais assertivas.
Mas não são apenas as informações dos pacientes que podem ser captadas.
Blockchain é a tecnologia de criptografia que permite mais segurança nas transações, dispensando o papel de intermediários. Mais do que isso, ela pode ser a resposta para a proteção dos dados da indústria da saúde.
Com a utilização do blockchain na saúde será possível:
O mercado da inteligência artificial (IA) no campo da saúde está em expansão. Composta por dispositivos e programas capazes de simular aspectos humanos, resolver cálculos, tomar decisões e reconhecer padrões de informações, a inteligência artificial já vem sendo usada até na realização de cirurgias, com ou sem auxílio médico.
“Dados da consultoria Frost&Sullivan apontam que o setor poderia “alcançar 6,6 bilhões de dólares em 2021, em comparação com 634 milhões em 2014”. A justificativa para o investimento seria que, ao ajudar a diagnosticar e detectar doenças precocemente, a inteligência artificial permitirá reduzir os gastos em saúde.”
E um dos representantes mais significativos da IA atualmente é o Watson, o sistema de programação cognitiva da IBM. Ele entende emoções, interpreta textos, imagens, ouve sons, dentre outras funções. Na medicina, pode ajudar no diagnóstico de pacientes, interpretando dados coletados, exames de imagem, identificando padrões, como lesões de pele, dentre muitas outras aplicações.
Segundo a empresa, 2 minutos seria o tempo estimado para a plataforma Watson Health analisar todo o histórico médico e, baseado em evidências, indicar possíveis tratamentos para um paciente com câncer, por exemplo. Isso graças a sua tecnologia cognitiva, forma mais avançada de IA que permite que o computador seja capaz de aprender continuamente a partir das informações que analisa.
E sua instituição de saúde já está preparada para essas mudanças? Conte com a Wareline para evoluir sempre!
**Fonte: Experionon Global
*** Folha de São Paulo