
As organizações de saúde estão em uma fase crítica de acelerar suas transformações digitais. Em especial porque, com a pandemia, surgiram novas demandas dos pacientes e dos profissionais da saúde, e proporcionar uma experiência digital passou a ser precedente para um atendimento de qualidade.
Em paralelo, a iminência de ameaças digitais também passou a exigir delas novas soluções de segurança para minimizar erros, inclusive porque o setor de saúde tem se mostrado um alvo potencial para os hackers.
Falamos aqui que os hospitais têm que repensar seus modelos, implementar uma cultura de segurança de dados e investir em ações para proteger as informações da instituição.
Assim, é importante que hospitais identifiquem formas de utilizar a tecnologia a seu favor e em prol da segurança das informações que manuseia.
O setor de saúde produz e gerencia enormes quantidades de dados diariamente. São eles que auxiliam os profissionais do corpo clínico e gestores das instituições a garantir o melhor atendimento aos pacientes. Esses dados são armazenados de três formas, conforme evolução tecnológica:
Documentos em papel são armazenados e catalogados por categorias e prazo de guarda. O espaço físico é um entrave, bem como a necessidade de adoção de práticas de conservação.
A digitalização dos arquivos facilitou a organização, o acesso e a consulta de informações. Consequentemente, contribuiu para a produtividade, economia e segurança. Os dados passaram a ser armazenados em servidores físicos — alvo em potencial para o sequestro de dados por hackers.
Modelo no qual os dados são mantidos e gerenciados em servidores externos, armazenados em backup e disponibilizados por uma rede.
Um provedor de sistema de gestão hospitalar baseado em cloudcomputing permite que os dados sejam arquivados e compartilhados por meio da internet, podendo ser acessados de qualquer local que possua uma conexão estável. Assim, tanto os dados da instituição quanto dos pacientes estarão digitalizados e poderão ser arquivados com sigilo.
Atenta às evoluções tecnológicas e de forma a atender à necessidade dos hospitais, o sistema de gestão da Wareline pode ser integrado com diferentes empresas de armazenamento. É o caso da parceria com a AWS (Amazon Web Services), divisão da Amazon dedicada ao modelo de cloud computing e responsável por armazenar os dados em seus datacenters. Eles possuem camadas de segurança física e operacional para garantir a integridade e a segurança dos dados, inclusive com a possibilidade de criptografia.
Algumas instituições ainda não contam com o armazenamento em nuvem, seja por conta da preocupação com segurança dos dados e/ou questões referentes ao custo de implementação. No entanto, essa realidade tem mudado e o modelo de cloud computing tem crescido de forma significativa nos últimos anos.
Parte disso está relacionada ao entendimento das vantagens e possibilidades de usar as soluções em nuvem para guardar e otimizar informações, bem como da agilidade no acesso aos dados armazenados, maior escalabilidade e economia.
Entre os principais benefícios estão:









São ao menos 9 vantagens de adoção de sistemas em nuvem, tanto para otimização dos processos quanto para redução de custo, de infraestrutura e de espaço físico. Mas, se estamos falando em manuseio de dados, temos que nos lembrar que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que já está em vigor, também vai impactar o setor.
Desde que a LGPD foi instituída, a Wareline se dedica a entender todas as exigências da norma e, assim, aplicá-las não apenas internamente, mas especificamente juntos de seus clientes, garantindo a eles conformidade com a legislação.
Fizemos adaptações para o tratamento de dados sensíveis, na impressão de gerador de relatórios, no aceite dos pacientes, na elaboração de um manual de boas práticas e em alertas sobre inconformidade. Apesar da LGPD já estar em vigor, as multas começarão a ser aplicadas em agosto de 2021, o que exige mudança rápida por todas as empresas que tratam de dados pessoais.
As instituições de saúde têm que se adequar às normas o quanto antes para garantir a segurança das informações e evitar as diversas sanções previstas em lei — que podem chegar a 2% do faturamento bruto, com teto máximo de R$ 50 milhões.
No caso de armazenamento em nuvem, são necessários recursos e elementos técnicos como TI híbrida, cloud distribuidora, entre outras tecnologias que irão garantir a proteção dos dados.
Isso significa que, agora, não basta ter só um bom antivírus e um firewall como antigamente, porque as ameaças virtuais se tornaram mais robustas e complexas. As instituições de saúde têm que contar com parceiros especializados, que tenham experiência e conhecimento de mercado.
A Avast, uma das maiores empresas de segurança no mundo, nomeou 2020 como o ano das notícias falsas, dos golpes e dos ransomwares ligados à Covid-19. Houve, para se ter ideia, 20% mais ataques no comparativo entre o mesmo período de 2019 e 2020 — antes e depois da pandemia.
Para 2021, a “tendência” se mantém, o que exige das instituições maior cuidado com a segurança dos dados. E a tecnologia vem para auxiliar nesse sentido, garantindo às instituições uma forma segura de guardar seus dados por meio do cloudcomputing.
Com intuito de contribuir com as instituições, a Wareline desenvolveu o WareCloud, serviço responsável por guardar todas as informações cadastrais e transacionais da organização hospitalar. Não é o compartilhamento em nuvem — isso é feito diretamente pelos clientes com fornecedores como a AWS —, mas sim um backup para que os dados sejam recuperados integralmente pela equipe de TI, se houver necessidade.
Com esse serviço, o cliente não precisa mais se preocupar com a integridade e a segurança dos dados armazenados no sistema de gestão hospitalar, por exemplo. O backup mantém dados íntegros e é programado para ocorrer no horário em que for mais pertinente, em área externa ao servidor da instituição de saúde (caso ela ainda tenha um).
Há inúmeros benefícios de se armazenar os dados da instituição de saúde e ter o WareCloud:
Lucas Martinez, especialista do time de Infraestrutura da Wareline, explica que são as instituições que definem os serviços operacionais e os meios de proteger seus dados, mas o sistema da Wareline pode garantir ferramental para auxiliar na segurança.
É de responsabilidade da Wareline a manutenção do banco de dados e a aplicação do Conecte/W (sistema da empresa). Mas, para prover um bom serviço e buscar a satisfação do cliente, sempre que necessário e oportuno sugerimos boas práticas, como:
Na versão web, a aplicação roda na nuvem e o banco de dados fica no servidor escolhido pelo hospital (seja interno/local ou na nuvem). A grande vantagem é que eles não requerem a instalação do software no computador, permitindo o seu uso de qualquer ponto com acesso à rede.
Os principais diferenciais do uso do sistema de gestão hospitalar na versão web são:
Se você quer segurança e outras vantagens em usar módulos web, fale com a Wareline.