Porque a telemedicina é natural para a “próxima geração” de médicos

Porque a telemedicina é natural para a “próxima geração” de médicos

Telemedicina oferece um modo de facilitar a falta de médicos e é um meio natural de comunicação para a nova geração de médicos, diz Akhilesh Pathipati, estudante de medicina de Stanford na publicação The Sacramento Bee.

“Os estudantes que estão cursando medicina começaram a usar smartphones e Skype no colégio. O mesmo pode ser dito de muitos pacientes. A telemedicina pode traduzir essa familiaridade com tecnologia de comunicação em um relacionamento significativo entre médicos e pacientes”, diz Pathipati.

Muitos estudos descobriram que a Telemedicina funciona – principalmente para especialidades visuais como dermatologia – escreveu Pathipati, e pacientes indicaram altos níves de satisfação com a prática.

Além disso, diz ele, as questões que têm dificultado a adoção de telemedicina, como reembolso médico, licenciamento e credenciamento, podem ser trabalhadas através de acordos políticos federais e estaduais. Ao invés de esforços para aumentar o número de médicos disponíveis, a telemedicina pode fazer um uso mais eficiente do tempo dos médicos e, assim, aumentar a sua capacidade para tratar mais pacientes.

Um projeto de lei introduzido recentemente na Câmara dos Representantes dos EUA procura estabelecer uma definição Federal de telessaúde que irá esclarecer a variedades de leis estaduais que impedem a adoção.
“O momento é propício para a expansão de telemedicina – há tanto uma necessidade e uma oportunidade. Reformas simples que padronizem a política têm o potencial de causar um grande impacto”, diz Pathipati.
A falta de médicos nas áreas rurais, juntamente com capacidades expandidas de telecomunicações estão criando um mercado em expansão para os serviços de telemedicina, de acordo com a Research and Markets. Ele projeta uma taxa de crescimento de 18,5% no mercado até 2018.
O Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA tem liderado o caminho com maior utilização da telemedicina nos EUA. Apesar de muitas histórias de sucesso, alguns estudos falharam em mostrar que é mais rentável ou produz uma melhor qualidade de vida para os pacientes.

Texto original de Susan D. Hall, publicado em FierceHealthIT

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