Na próxima segunda-feira, 13 de julho, será realizada a segunda das três etapas do Movimento Nacional “Acesso à saúde– Meu direito é um dever do Governo’. Chamado de Dia D Estadual da Saúde, o encontro será organizado pelas Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do país e deve reunir gestores das entidades, profissionais da saúde, população e autoridades de todo o território nacional. Não haverá paralisação, somente apresentação da realidade dessas instituições para autoridades estaduais.
O primeiro encontro aconteceu em 29 de junho, com o Dia D Municipal da Saúde, quando as cidades de todo o país fizeram um ato em prol da saúde pública. Já no dia 4 de agosto, o movimento segue para Brasília e quando será realizada a terceira e última etapa do movimento, o Dia D da Saúde.
O Movimento Nacional tem como principal missão divulgar a situação financeira atual das instituições, promover a mobilização em torno do tema e também levar os representantes a protestarem em favor da saúde pública do Brasil.
Para a Wareline, iniciativas como essa são muito importantes para o setor. Acreditamos que ações realizadas em conjunto têm mais representatividade e força, possibilitando que as reivindicações feitas ao governo ganhem mais notoriedade.
Abaixo, seguem alguns dados do setor:
Estado de São Paulo: https://secure.runrun.it/apps/shares/Gx9quiVe5VsmBh7ZKww
Informações: O encontro das entidades será no Auditório Paulo Kobayashi do Palácio 9 de Julho, localizado na Av. Pedro álvares Cabral, 201 – Andar Monumental, São Paulo – SP.
Sobre o Movimento
O Movimento Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos no SUS – formado pela Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), suas federações estaduais e os 50 maiores hospitais filantrópicos do país – lançou a campanha “Acesso à Saúde – Meu Direito é um Dever do Governo”, que pretende alertar os brasileiros para a condição financeira precária das instituições filantrópicas.
Entre seus principais objetivos estão:
. Tornar pública e discutir com a sociedade a realidade das santas casas e dos hospitais filantrópicos, bem como do setor saúde no Brasil;
. Esclarecer os efeitos do processo gradativo de falência da rede sem fins lucrativos voltadas ao SUS, notadamente o abandono social com a desassistência da população;
. Buscar a sobrevivência das santas casas e hospitais filantrópicos no SUS, com base no equilíbrio econômico e financeiro e recursos que garantam a qualidade dos serviços prestados, com vistas a manutenção da assistência à população.