Adeus a 2020, o ano que revolucionou a saúde

2020-12-17T09:22:51-03:00 17/12/2020|

Estamos chegando a mais um fim de ano — e que ano! Em muito pouco tempo 2020 já se mostrou cheio de ineditismos e nos colocou diante de uma situação tão inusitada e tempestiva que não tivemos fôlego nem para pensar muito. Era preciso agir.

 

E nesse contexto de pandemia do novo coronavírus, a saúde ganhou ainda mais destaque, principalmente por dois fatores. De um lado, estava a Covid-19, que surgiu de maneira avassaladora e preocupante, fazendo com que a principal recomendação para conter seus efeitos fosse o isolamento social.

 

Do outro lado, estavam os profissionais de saúde, que ganharam papel de protagonistas. Ou seja, foram dois “pesos-pesados” que ganharam noticiários do mundo todo: um vilão e outro herói caminhando lado a lado, o primeiro tentando combater o segundo ou mitigar seus efeitos para construção de um novo normal.

 

2020 revolucionou a saúde

Tudo isso fez com que 2020 fosse o ano dos ressignificados. E permitiu que questões até então inimagináveis — pelo menos enquanto não houvesse antes uma mudança drástica de alguns fatores — se tornassem reais.

 

Como é o caso da telemedicina, que foi instituída em caráter de urgência e colocou médicos, enfermeiros, corpo clínico em gerais e os próprios pacientes em uma nova dinâmica praticamente da noite para o dia.

 

Por mais que os profissionais já tivessem algum tipo de familiaridade com atendimentos de maneira remota, a oficialização da telemedicina exigiu uma revisão e reapresentação do atendimento e do diagnóstico. E fez com que os profissionais tornassem ainda mais prioritária a humanização.

 

Afinal, era preciso diagnosticar, substituir a presença física com empatia e paciência e ainda conter toda a preocupação acerca dessa nova doença para mostrar que as outras enfermidades também requeriam atenção.

E mais uma vez a tecnologia se fez presente. A transformação digital, que antes era algo a longo prazo, viu o cronograma apertar e os processos mudarem.

 

As instituições de saúde que estavam em posição de vanguarda, que tinham em mãos ferramentas para aumentar a produtividade, mitigar erros e otimizar resultados, se sobressaíram. As demais, precisaram acelerar sua transformação digital.

 

De repente termos tecnologias/inovações como BI, Big Data, IoT e Inteligência Artificial deixaram de ser distantes para fazer parte da pauta de discussões estratégicas entre os gestores de hospitais pelo país. A pandemia da Covid-19 realmente antecipou o futuro e mostrou que a tecnologia não só iria trazer benefícios incalculáveis, mas extremamente necessários para a saúde financeira e sobrevivência das instituições.

 

E, para a Wareline, foi bastante positivo participar de tudo isso e contribuir com os hospitais. A empresa também precisou se adaptar, adequando seu sistema de gestão hospitalar e entendendo as exigências do momento – impostas pela pandemia, pelo próprio governo ou pela ANS. Mais ainda, foi se adaptando com base no que ouvia dos seus clientes e para criar um ambiente que permitisse que suas entregas se mantivessem com o mesmo padrão de qualidade e eficiência de sempre.

 

Foi uma honra enfrentar tudo isso junto dos nossos clientes. Sabemos que a pandemia ainda não acabou, mas estamos bem mais preparados para o que vier. Que 2021 traga novos desafios, com menos impactos em vidas e mais em evolução na saúde.

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