Transformação digital na saúde: que mudanças ela representa para as instituições do país

2019-10-01T20:22:16-03:00 26/09/2019|

A transformação digital não é uma tendência, é algo vital e que está impactando diversos segmentos. A forma como compramos, vendemos, nos locomovemos, nos divertimos, tudo mudou consideravelmente devido ao avanço tecnológico que vivenciamos nos dias de hoje. E quando percebemos os benefícios que essa transformação pode trazer para áreas essenciais da vida em sociedade, como na saúde, podemos pensar em possibilidades que impactarão positivamente um universo gigante de pessoas. Em especial por conta dos tratamentos cada vez melhores, diagnósticos mais precisos e a possibilidade de democratizar o atendimento – seja por região, por classe social ou qualquer outra categorização.

Mas, como tornar isso real, trazendo para a rotina de instituições do país? Especialistas apontam que a transformação digital se baseia em três pilares principais: tecnologia ou ferramentas tecnológicas, aprimoramentos de processos e integração de pessoas.

Obviamente, a adoção de tecnologia é a base para que a transformação aconteça, mas contar exclusivamente com ela não é o suficiente. As instituições de saúde precisam adaptar seus processos de gestão e habilitar seus profissionais. Trata-se de uma mudança cultural e de uma transformação de mindset dos times, a começar pelos gestores hospitalares.

Calma, sabemos que tudo isso não acontece da noite para o dia. No entanto, as instituições de saúde devem entender que precisam ser práticas, planejar e dar os primeiros passos. Caso contrário, em breve, estarão fadadas a ficar fora do mercado.

Processos automatizados

Um dos principais objetivos da transformação digital é levar valor de maneira mais ágil aos clientes. Assim, é natural automatizar o que puder ser automatizado, criando mecanismos ou procedimentos que substituam as ações manuais e repetitivas.

Na saúde, isso se traduz em alcançar diagnósticos ágeis, precisos, em integração de informações remotamente, mais segurança para profissionais e pacientes, no atendimento humanizado, diminuição de gastos e ganho em performance. Para que tudo isso possa ser alcançado, é preciso haver uma evolução dos processos. Em outras palavras: deve haver automação. Aqui, encontrar ferramentas tecnológicas que permitam promover maior simplicidade em seu uso, customização de acordo com necessidade do hospital e um workflow completo e ágil são determinantes para atender as novas demandas de instituições e pacientes.

O sistema de gestão hospitalar da Wareline, que armazena e compartilha dados, foca justamente nisso, para tornar possível organizar rotinas fundamentais para esse processo. Com ele, os médicos, enfermeiros e profissionais ligados à assistência têm acesso a um workflow completo de gestão clínica. Ele padroniza as rotinas administrativas, integra setores e coloca nas mãos dos profissionais informações e dados estratégicos para que eles trabalhem na promoção da atenção de qualidade aos seus pacientes.

O que muda com a transformação digital na saúde

A própria transformação digital tem mudado o paradigma conceitual que comanda o desenvolvimento das soluções tecnológicas que atendem a área da saúde. E isso permite focar muito mais em dados e, assim, tomar decisões que fogem do empírico e se baseiam no analítico.

BI, Big Data, IoT, Inteligência artificial deixam de ser termos distantes para fazer parte da pauta de discussões estratégicas entre os executivos em instituições de saúde. O resultado? Um hospital pautado por informações que permitem minimizar erros, em mais segurança aos pacientes e ao corpo clínico, otimização de processos, e eficiência e produtividade de equipes.

Esse maior controle também traz um benefício incalculável e extremamente necessário para a sobrevivência da própria instituição: redução de custos, na medida em que dados armazenados, interpretados, analisados permitem ações preventivas e de controle em departamentos como financeiro, farmácia e controladoria.

Os benefícios da transformação digital na saúde são variados. Mas se você, como gestor, tem dificuldade sobre por onde começar, acompanhe nosso próximo post, que traz o papel do gestor hospitalar como condutor dessa mudança.