Segurança de dados na saúde: proteja seu hospital contando com um sistema de gestão

2019-06-27T11:19:40-03:00 27/06/2019|

Os ataques virtuais que têm ocorrido são um dos principais riscos a nível global: esta foi a classificação dos representantes de áreas como finanças e economia que se reuniram no último Fórum Econômico Mundial. A repercussão da análise foi tamanha que levou a entidade a publicar um relatório completo sobre cibersegurança no início do ano. Entre as informações apontadas, dados comprovaram que a maior parte das violações não são exclusividade da habilidade dos hackers, mas sim da ausência de medidas de segurança das instituições.

 

Assim, atitudes em prol da segurança cibernética também têm sido recorrentes aqui e em outras partes do mundo. Organizações de todos segmentos passaram a focar em segurança no armazenamento de dados e a buscar infraestruturas que sejam capazes de atender não apenas as necessidades do seu negócio, mas de cumprir com regras de compliance. Essa questão torna-se ainda mais discutida no Brasil com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2020 e vem para estabelecer normas rígidas para o uso de informações pessoais por parte das empresas. Com ela, faremos parte de um grupo de mais de 120 países que regulamentaram a forma com que utilizamos os dados dos cidadãos.

Segurança de Dados na Saúde

 

Fazendo um recorte nacional e focando na área da saúde, a situação merece atenção. Nos últimos meses, a exposição de dados têm tido destaque. Há oito meses, um grupo de hackers invadiu o sistema do Sistema Único de Saúde (SUS) e alterou os dados dos pacientes. Há três meses, dados de mais de dois milhões de usuários foram expostos e, segundo o autor do ataque, a intenção foi deixar claro como o sistema de cadastro do SUS permite brechas para a captura de informações.

 

Mais do que nunca, chegou o momento de representantes de hospitais, laboratórios e clínicas colocarem em suas agendas a pauta de segurança de dados na saúde. Aqui, o cuidado com o armazenamento deve ser muito maior e a proteção desses dados precisa ser a mais segura. E sem contar com tecnologia isso é meramente impossível.

Tecnologia e segurança na saúde

A tecnologia tem sido uma das maiores propulsoras da saúde. Prova disso está num estudo recentemente divulgado pela International Data Corporation (IDC) que apontou que a expectativa é que o setor invista cerca de US $ 2,7 trilhões por ano em infraestrutura de TI, incluindo data centers, até 2020. Uma transformação bastante importante e significativa, especialmente no que tange ao armazenamento de dados.

 

A responsabilidade dos hospitais nos dados que são armazenados é tamanha que qualquer tipo de vazamento dos mesmos ou um ataque cibernético no servidor, obviamente, cairá sobre eles. Com os documentos e exames sendo cada vez mais digitalizados, o volume aumenta exponencialmente e tudo isso exige proteção redobrada.

Para mitigar os riscos desses ataques virtuais, a Wareline é cautelosa com o sistema de gestão que disponibiliza aos seus clientes. A arquitetura do software foi pensada para proteger os clientes dos ataques e da perda de dados, contando com importantes certificações que garantem a integridade dos dados, um sistema robusto de auditoria e ainda políticas claras de backup.

Armazenamento na nuvem de dados na saúde

Para oferecer às organizações uma forma segura e controlada de armazenar suas informações que a empresa criou o WareCloud. Trata-se de uma solução que garante o armazenamento de uma cópia de segurança dos dados da instituição de saúde em um ambiente protegido e controlado na nuvem. Funciona como um backup funcional para que, no caso de alguma exclusão de dados, seja por falha humana, catástrofe da natureza ou ciberataques, seja possível recuperar cópias de segurança fiéis e atuais.

 

Com o WareCloud, quando os originais são violados ou corrompidos é preciso recuperar os arquivos. Alguns fatores externos, como variação da energia elétrica ou instabilidade da conexão com a internet, podem comprometer a integridade das cópias de segurança. Nesses casos, o sistema valida os arquivos e notifica os envolvidos por e-mail sobre a necessidade de realizarem alguma ação para reparar a falha.

Com isso, não é mais necessário se preocupar com a integridade e segurança dos dados armazenados no sistema de gestão hospitalar. Além disso, permite ao cliente contar com suporte especializado de um Administrador de Banco de Dados (DBA) em caso de dúvidas.

Medidas de Segurança

Um sistema de backup em nuvem como o WareCloud é essencial para se recuperar rapidamente de um ciberataque, mas não deve ser encarado como medida preventiva. Existem muitos outros cuidados, como instalar um Firewall corporativo, licenciar e atualizar seus sistemas operacionais, e investir em treinamentos dos funcionários, que são imprescindíveis. Convidamos Lucas de Mattos Martinez, do setor de Infraestrutura da Wareline, para orientar sobre as principais medidas que auxiliam na prevenção de ataques. Acompanhe.

Tenha um backup em nuvem

A importância de um backup é indiscutível até quando se fala em armazenamento doméstico de arquivos, quanto mais se tratando do banco de dados sensíveis do setor da saúde. A Wareline oferece o Warecloud, um backup em nuvem que permite que o gestor acompanhe o andamento do processo através de e-mail diário.

Replicação de dados

Como um backup instantâneo, serve como alternativa em caso de falhas do servidor principal. Os sistemas da Wareline recorrem à replicação do banco de dados como opção para manter a disponibilidade das informações.

Conte com um firewall

Fazendo o jus ao nome, a barreira atua como uma linha de frente, captando ameaças de invasores. Todo o tráfego deve passar pelo firewall, sempre deixando bloqueado todas as portas de entrada e saída, porém liberando apenas as necessárias para o funcionamento da rede interna.

Invista num antivírus

Embora o firewall sirva como uma primeira barreira, apontando possíveis ataques, cabe ao antivírus captar e inativar as invasões e impedir os crimes relacionados a sequestro de informações, tal como os prejuízos que acontecem consequentemente devido à sensibilidade dos dados.

 

Assim, os Antivírus corporativos são muito importantes, porque as ameaças virtuais estão presentes em vários lugares como e-mails, websites, pendrives e até mesmo de programas baixados, que muitas vezes trazem consigo malwares, worms, rootkits ou até mesmo os chamados cavalos de troia, que deixam a rede totalmente vulnerável. Quando os computadores são infectados, isso causa uma grande lentidão da rede. O que diminui a produtividade dos funcionários e abre brechas para o vazamento de informações confidenciais, por isso é muito importante ter um antivírus corporativo e manter sempre atualizado em todas as estações.

Licenciar e atualizar os sistemas operacionais

Evite ser alvo fácil de cibercriminosos com versões desatualizadas que podem conter falhas de segurança. A perda ou violação de dados pode gerar enormes prejuízos.

Acesso aos dados

A segurança do banco de dados é um dos pontos tratados pela LGPD, que visa responsabilizar a empresa pela proteção das informações — ou a falta dela. Dessa forma, restringir e conhecer os acessos internos e externos aumenta a segurança da entidade e contribui para o rastreio de problemas nos processos.

Treinamento dos funcionários

A porta de entrada para ciberataques é, em grande parte dos casos, o usuário. Por isso, de nada adianta contar com a tecnologia se o fator humano é o mais sensível. Quem tiver acesso às informações online em instituições de saúde deve ser instruído a seguir uma política de segurança da informação, que limita o que pode ou não ser acessado na rede ou na internet.

Essas são as maneiras de se adequar às exigências legislativas e reforçar a proteção de dados nas instituições do setor da saúde. Nós da Wareline acompanhamos o cenário e nos preparamos para oferecer o melhor em tecnologia de gestão hospitalar. Conte você também com um sistema seguro e eficiente na sua instituição.