Conheça os 7 principais indicadores hospitalares que todo gestor deve acompanhar

2019-11-21T08:53:22-03:00 21/11/2019|

Se avaliações e controle dos serviços prestados promovem melhorias práticas, os indicadores de gestão hospitalar são fundamentais em todas as instituições de saúde. Isso porque o uso de sistemas com soluções de Business Intelligence (BI) possibilita aos gestores monitorar e avaliar dados para alcançar metas, identificar avanços, proporcionar melhorias e antecipar erros.

É fato que, sem indicadores necessários para entender se o planejamento está tendo real impacto na melhoria dos serviços e, consequentemente, na vida dos pacientes, não é possível fazer gestão. Pelo menos, não uma gestão eficiente!

Os indicadores hoje são as ferramentas mais pertinentes para que a gestão esteja bem informada sobre todos os trâmites das instituições de saúde e, assim, possa considerar os aspectos positivos e corrigir os negativos a fim de que o negócio prospere.

Dessa forma, é óbvio supor que, quanto mais dados existirem sobre o hospital, mais fácil será para o gestor a tomada de decisões que visem a melhoria na produtividade da instituição, na qualidade do atendimento e, claro, na sua saúde financeira.

Esses indicadores, que são dados e índices provenientes de qualquer setor do hospital, tornam-se peças-chave quando se relacionam entre si. Dentre os benefícios aos gestores estão:

Monitorar os dados e índices corretos são essenciais para uma boa gestão. São eles que facilitam a organização financeira, administrativa e assistencial.

Mas, devido à complexidade do setor de saúde, há uma quantidade considerável de indicadores que podem ser mapeados. Assim, listamos aqueles que entendemos como sendo os determinantes para a rotina de qualquer instituição. Confira a seguir.

1) Taxa de ocupação

Esse é um dos indicadores mais importantes no que tange ao desempenho da instituição, pois mostra como está a capacidade de atendimento do hospital – se possui leitos em falta ou vazios.

A ferramenta possibilita ao gestor conhecer o perfil de ocupação dos leitos e a maneira como são utilizados. Com ela é possível mensurar a quantidade de pacientes internados e analisar o dimensionamento da qualidade de leitos.

Considerando que a manutenção dos leitos demanda alto custo, gerenciar melhor esse recurso é um diferencial. Se o hospital tem 60% de ocupação diária, por exemplo, a estrutura pode ser melhor utilizada; se chegar próximo de 100%, significa que é preciso entender o uso frequente de leitos extras, ter um melhor controle dos atendimentos e, se possível, avaliar a possibilidade de expansão do local.

 

2) Tempo de atendimento e triagem

Esse indicador mede o tempo de atendimento de um paciente, desde a sua chegada à instituição, passagem pela triagem, até a sua saída, seja por transferência, alta ou óbito.

A métrica é necessária para descobrir quanto tempo os pacientes ficam nos hospitais por departamentos. Se as permanências forem prolongadas, a gestão deve entender os motivos; se forem curtas demais, precisa garantir que os pacientes sejam liberados com segurança.

3) Indicadores de internação Hospitalar

Com este indicador é possível mensurar a quantidade de pacientes internados, os motivos de sua internação e o tempo médio de permanência – bem como o motivo da internação e previsão de alta.

4) Faturamento x recebimento

Este indicador é utilizado pela gestão administrativa da instituição de saúde para avaliar como está a saúde financeira do hospital, se faturamento e recebimento estão equilibrados. O cálculo depende de registros dos procedimentos devidamente registrados no prontuário, assegurando a confiabilidade do indicador.

5) Indicadores de glosas e recursos

Essa métrica possibilita que o hospital entenda quais são as operadoras que trazem maior número de glosas à instituição, seja pelo não pagamento de determinado procedimento, material ou medicamento. Se alguma operadora se sobressair, pode indicar alguma falha contratual. Agora, se o índice for muito elevado entre todas as operadoras, talvez seja preciso rever o ciclo de receita para aumentar o faturamento da instituição.

O indicador possibilita, portanto, melhoria da gestão aumentando a segurança, diminuindo custos, garantindo a entrada de recursos e mais qualidade no atendimento.

6) Rentabilidade – Custos x receita

É com este indicador que o hospital tem conhecimento do Retorno sobre o Investimento (ROI). De maneira mais prática, o indicador verifica se a receita do hospital está se sobrepondo aos gastos da instituição. Ele também calcula a rentabilidade por procedimento, por convênio, por especialidade, por médico, por setor, entre outros.

7) Satisfação do Paciente

Não menos importante que os demais, esse indicador determina o quanto os pacientes estão satisfeitos com os serviços recebidos. Isso porque, como os clientes dos serviços de saúde estão cada vez mais exigentes e conhecedores dos seus direitos, as instituições têm que se antecipar e procurar entender suas necessidades.

A pesquisa é feita por meio de questionários simples e contando com um sistema de gestão hospitalar. Coletar esse tipo de informação pode ser facilitado com o módulo SAC Web.

Com quem contar

Tomar qualquer decisão em um ambiente hospitalar precisa ser considerada como um negócio. E somente com os indicadores em mãos os gestores poderão se basear para tomar as ações estratégicas e manter o foco da instituição na saúde.

 

Somente com os indicadores em mãos os gestores poderão tomar ações estratégicas. Já sabe quais são os mais importantes para sua instituição de saúde? Não é chegada a hora de implementá-los? A Wareline pode te ajudar nesse processo!

 

¹ Fonte: Portal do Governo, ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).

*Conteúdo atualizado – publicação original em 06/09/2018.

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