Sistema de gestão hospitalar: aliado no controle e tratamento do câncer

2021-02-18T12:09:38-03:00 18/02/2021|

Os impactos da pandemia do novo coronavírus vão ainda além daquilo que vem sendo noticiado reiteradamente nos veículos de imprensa. Um recente levantamento feito pela Fundação do Câncer, a partir de dados do Sistema Único de Saúde (SUS), aponta que houve queda de 84% no número de mamografias feitas no Brasil nos primeiros nove meses de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019.

 

Esse é apenas um exemplo bastante alarmante e que requer atenção. Isso porque a pandemia não muda a realidade do câncer e diagnósticos tardios reduzem significativamente as chances de melhores resultados nos tratamentos.

 

Para se ter ideia, a Fundação do Câncer se baseou em relatos do diretor do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, Norman Sharpless, para estimar que a falta de rastreamento e tratamento durante a pandemia elevará em cerca de 1% o número de mortes por câncer nos EUA.

 

Na prática, isso significa que os cuidados com o câncer e a pandemia podem — e devem! — caminhar lado a lado. E no mês em que a doença é mundialmente lembrada (04 de fevereiro é Dia Mundial do Câncer), tivemos uma iniciativa no sentido de reunir informações sobre a sua prevenção e evolução, bem como apresentar como a tecnologia é determinante para que isso seja possível.

 

Acompanhe!

 

 

Sistema de Gestão Hospitalar

 

O sistema de gestão hospitalar reúne as informações que são primordiais para atendimento de um paciente oncológico, tais como cadastro de protocolos, registro de acompanhamento da doença, evolução do atendimento e diagnósticos. Isso possibilita que o tratamento seja acompanhado em todas as suas etapas, minimizando a chance de retrabalho, garantindo mais assertividade no tratamento, permitindo melhor gestão de leitos, rastreabilidade de medicamentos, controle de perdas e do estoque, e aumentando a segurança do paciente.

 

A seguir você conhece alguns dos módulos que compõem o Conecte/w, nosso sistema de gestão hospitalar, e que são decisivos para o atendimento de pacientes com câncer.

 

 

1) Radioterapia

 

O módulo Radioterapia controla os dados de cálculos e parâmetros utilizados no tratamento de um paciente. Ele reúne informações como:

 

  • Parâmetros do equipamento radioterápico;
  • Posicionamento e parâmetros do campo que receberá a radiação;
  • Acessórios utilizados (por campo e tratamento);
  • Agendamento e comparecimento nas sessões de radioterapia;
  • Entre outras.

 

Além disso, possibilita a inclusão de informações importantes como órgãos de risco e intercorrências, permite informar mais de uma medida para cada tratamento e que seja impressa a ficha de tratamento e a de prescrição. Isso aumenta a segurança do processo e mitiga erros.

 

 

2) PEP

 

O Prontuário eletrônico do paciente (PEP) é uma importante fonte de informação em saúde, criado para registrar a história clínica do paciente na instituição e, assim, otimizar o trabalho dos profissionais de saúde e aumentar a segurança aos pacientes. Como o PEP possibilita a inclusão de informações específicas — como novos exames durante a evolução do tratamento —, ele garante melhor atenção aos pacientes com câncer. Dentro dele são inseridas informações decisivas para o atendimento, entre elas aquelas que se referem aos protocolos oncológicos, como de radioterapia ou quimioterapia.

 

Como as prescrições comuns usadas em hospitais para definir a medicação que o paciente vai usar nas próximas 24 horas não são adequadas para os tratamentos oncológicos, a Wareline desenvolveu um Protocolo Quimioterápico próprio.

 

Esse é o termo empregado para definir as propostas de tratamento que combinam diferentes medicamentos, com doses e datas de administração programadas. Até mesmo a recuperação do organismo do paciente é estimada pelo protocolo. O Protocolo Quimioterápico da Wareline auxilia na prescrição de tratamento de quimioterapia aos pacientes, atendendo as necessidades médicas e garantindo que a aplicação seja feita corretamente.

 

 

3) Requisição eletrônica

 

A requisição eletrônica auxilia — e muito — as instituições de saúde. Isso porque ela diz respeito à solicitação de medicamentos que devem ser adquiridos ou utilizados para atendimento específico ou tratamento do câncer, e está intimamente ligada à gestão de suprimentos do hospital.

 

A gestão de medicamentos e materiais é um processo complexo dentro das instituições de saúde, que deve ser realizada com muito cuidado, tanto em razão dos cuidados na administração de medicamentos aos pacientes quanto da necessidade de gerir os itens do ponto de vista econômico, evitando desperdícios. E a tecnologia vem para ajudar: com o módulo desenvolvido pela Wareline, a gestão de medicamentos e materiais é facilitada.

 

 

Quem já utiliza os módulos para oncologia

 

Atualmente há inúmeras instituições de saúde que têm usado os sistemas da Wareline para tratamento oncológico. Uma delas é o Centro Infantil Boldrini, de Campinas, considerado um centro de referência mundial no tratamento de câncer infantil e doenças do sangue. Ele usa o PEP da Wareline e o módulo Requisição Eletrônica.

 

Os mesmos módulos também fazem parte da rotina do Grupo em Defesa da Criança Com Câncer (Grendacc), de Jundiaí, do Hospital do Câncer de Rio Verde (GO) e do Centro do Câncer da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba (Cecan).

 

Outra instituição parceira da Wareline é o Radium Instituto de Oncologia, de São João da Boa Vista, que possui a Requisição Eletrônica e a Radioterapia.

 

A Wareline visa proporcionar uma saúde mais humanizada e focada em dar suporte para que os tratamentos e atendimentos oncológicos sempre evoluam. Se a sua instituição atua com prevenção ao câncer e tratamento de pacientes oncológicos, conheça mais sobre nosso sistema!

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