Corpo Clínico e Tecnologia: 3 melhorias que o sistema de gestão traz

2021-11-04T14:24:34-03:00 04/11/2021|

O paciente chega, retira uma senha e é atendido pela recepção para informar seus dados. Volta para a fila de atendimento, é chamado para a triagem e, na sequência, para a consulta médica. Depois disso, ele pode receber uma medicação, ficar em observação no ambulatório, ter que fazer um exame, passar por um especialista, ir para a internação ou receber alta médica.

 

A jornada do paciente dentro de um pronto-atendimento já evidencia quão complexa é a rotina de um hospital. Agora imagine quando pensamos em todos os profissionais que estão nos bastidores para prestar um atendimento humano, de qualidade e seguro?

 

Não estamos falando apenas de médicos e enfermeiros, mas fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, corpo administrativo e gestores.

 

Corpo Clínico e Tecnologia

A engrenagem de um hospital é uma das mais complexas que existem por causa das tantas variáveis. Mas há 3 pontos que são ainda mais sensíveis no dia a dia do corpo clínico que podem — e devem! — ser solucionados com a ajuda da tecnologia. Veja quais são eles!

 

  1. Escala dos times/plantões

Os hospitais não param. Durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, há uma ou mais equipes na linha de frente para prestar um atendimento de qualidade e seguro aos pacientes.

 

Portanto, o número de profissionais para atender a demanda é bastante elevado. São muitos os colaboradores envolvidos, que precisam cumprir suas escalas de trabalho de modo que nenhum setor fique desatendido.

 

Fazer a gestão para essa engrenagem girar é bastante desafiador. Construir uma escala de trabalho e de plantões para tantos colaboradores, setores e unidades é um trabalho árduo e complexo. Não só pela quantidade de profissionais, mas também considerando tantas variáveis. Estamos nos referindo a:

 

– Jornada de trabalho contratual;

– Férias;

– Licenças;

– Interesses pessoais;

– Produtividade;

– Desempenho individual;

– Restrições (que aumentaram com a Covid-19).

 

Distribuir todas essas variáveis não é, definitivamente, tarefa fácil — ainda mais considerando que elas mudam o tempo todo. Se a gestão do hospital não administrar com eficiência as diferentes escalas, provavelmente acabará sobrecarregando alguns profissionais, deixando setores sem determinados especialistas e, consequentemente, prejudicando os pacientes.

 

Mas a boa notícia é que a tecnologia contribui para simplificar o escalonamento, permitindo que seja criado um modelo justo, que evite o cansaço dos profissionais, atenda aos interesses da instituição e dê respaldo para que não haja problemas futuros com a Justiça.

 

O modelo considera a agenda dos profissionais envolvidos e contribui ainda para reduzir o absenteísmo. É o que abordamos nesse conteúdo.

 

  1. Otimização do tempo de atendimento, recursos e pessoas

O desperdício pode ser fatal para um hospital. E, quando falamos em perdas, estamos nos referindo ao tempo perdido no fluxo de atendimento, em pessoas envolvidas em processos manuais quando poderiam estar em atividades estratégicas e no desperdício de suprimentos.

 

São, portanto, as 3 perdas mais significativas para uma instituição de saúde — e que podem ser combatidas. Um sistema de gestão hospitalar consegue mapear a jornada do paciente, traçar e apresentar indicadores e relatórios que ajudam a mitigar a falta de tempo e o desperdício de suprimentos.

 

Dessa forma, os profissionais da saúde conseguem se debruçar em questões mais relacionadas à assistência, o que traz benefícios ao hospital, aos próprios colaboradores e, principalmente, aos pacientes.

 

Ter um histórico de dados e indicadores possibilita ter previsões mais certeiras e preparar os hospitais para que não haja desperdício.

 

  1. Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)

Essa é uma ferramenta que facilita todo o trabalho do corpo clínico e traz muitos benefícios à gestão, aos médicos, enfermeiros e para o paciente. No âmbito da assistência, o PEP:

 

– Otimiza o trabalho ao fazer o encaminhamento automático de pedidos de materiais e medicamentos para ambulatório, estoque e farmácia e também por fazer o agendamento automático de exames;

– Mitiga erros por calcular automaticamente o efeito de interações medicamentosas e trazer alertas voltados à administração correta dos medicamentos;

– Mapeia todo o histórico do paciente com informações sobre o diagnóstico, prescrições, medicações, exames, etc.

– Atua como instrumento de comunicação entre as equipes: enfermagem, farmácia, nutrição, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, entre outros.

 

Tudo isso auxilia na tomada de decisões por parte do corpo clínico, traz mais eficiência ao atendimento e torna os procedimentos mais seguros. Mas o PEP também traz benefícios que vão além do campo assistencial. Ele ajuda no fechamento das contas médicas e na redução de custos hospitalares.

 

As funcionalidades de um sistema de gestão podem agregar uma série de benefícios para gestores, funcionários e pacientes. Quando a plataforma é customizada, ela atende às necessidades da instituição e facilita a rotina de todo o corpo clínico. Conheça o conecte/w, o sistema de gestão da Wareline, e suas funcionalidades!

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