Dia do Farmacêutico: papel do profissional em uma farmácia hospitalar mais estratégica

2021-09-24T11:36:45-03:00 24/09/2021|

No dia 25 de setembro comemoramos o Dia Internacional do Farmacêutico, profissional multidisciplinar que atua nas mais diversas frentes: em drogarias, indústrias, laboratórios, unidades de saúde… tanto em atividades de suporte e processos gerenciais quanto no cuidado direto ao paciente.

 

O farmacêutico tem o papel imprescindível de zelar pela saúde e bem-estar da população, independentemente do local de atuação. Mas, dentro de um hospital — uma das possibilidades de atuação é ter a responsabilidade de tornar a farmácia um setor estratégico.

 

Isso porque a farmácia hospitalar está ligada à qualidade do tratamento de saúde e é também um dos pilares na representatividade orçamentária do hospital. O farmacêutico responsável por gerir o departamento tem que focar na assistência e, ao mesmo tempo, lidar com grande volume de informações, materiais de alta complexidade, regulamentação de órgãos públicos e pressão por redução de custos.

 

Esse é o papel mais que essencial das farmacêuticas Vivian Petrucci e Janine Demacq, que escolheram a farmácia hospitalar como profissão. Elas são as responsáveis pelo atendimento de dispensação de medicamentos, programação de compras, classificação dos medicamentos, gestão de estoque, entre outras atribuições.

 

É uma rotina cercada de desafios e que exige dedicação e atualização para que a Farmácia Hospitalar seja um departamento realmente estratégico. Conheça um pouco mais do dia a dia delas!

 

Por que ser farmacêutico hospitalar?

 

Os farmacêuticos podem atuar em indústrias farmacêuticas, laboratórios, hospitais, indústrias de cosméticos, centros oncológicos, farmácias magistrais, clínicas de estética, drogarias e farmácias hospitalares, sempre em defesa de melhor qualidade de vida às pessoas.

 

E, às vezes, a motivação que leva um estudante à escolha da profissão nem sempre perdura pela faculdade. Foi o que aconteceu com Vivian Petrucci. Quando escolheu ser farmacêutica, queria atuar na área de cosmetologia. No decorrer do curso, no entanto, passou a se interessar pela área hospitalar, área em que hoje atua.

 

Vivian é farmacêutica especialista em Farmácia Hospitalar e Clínica e responsável técnica substituta na Santa Casa de Araras, instituição na qual está há 6 anos e meio. Lá tem uma rotina na farmácia hospitalar dividida entre os desafios, praticamente diários, e a satisfação em conseguir resolver todos eles.

 

Em seu dia a dia estão envolvidas atividades como controle de estoque, análise de prescrições para saber se o tratamento dos pacientes está sendo feito no horário correto e se há interações entre os medicamentos prescritos. “Também fazemos visitas aos pacientes diabéticos e hipertensos para realizar a ‘alta responsável’ e ajudamos na dispensação dos medicamentos e na supervisão de tudo que ocorre no setor da Farmácia Hospitalar”, conta Vivian.

 

Na Beneficência Portuguesa de Ribeirão Preto, a rotina é semelhante — assim como em muitos hospitais. No entanto, a farmacêutica coordenadora de suprimentos da unidade, Janine Demacq, soma outras atribuições: gestão da dispensação dos medicamentos, garantia de processos administrativos cumpridos, discussão de casos, controle de estoque, otimização da terapia medicamentosa dos pacientes, entre outras.

 

O que é preciso para ser um BOM farmacêutico hospitalar?

 

O farmacêutico hospitalar é responsável pela dispensação e questões burocráticas atreladas ao resultado do negócio, mas também está intimamente voltado para a farmacoeconomia e para o sucesso da assistência dispensada aos pacientes. “Por isso, ele precisa ter senso crítico, boa comunicação e muita dedicação”, diz Janine, que atua na Beneficência Portuguesa de Ribeirão Preto há 7 anos.

 

E nesta dedicação também está a busca por aprendizado, uma vez que há sempre novos medicamentos e tecnologias no mercado. Janine diz que, além de monitorar estudos clínicos e desenvolvimento de novos fármacos, também foca no aprimoramento constante por meio de cursos, palestras, benchmarking e sempre estuda as portarias e legislações aplicáveis.

 

“Um bom farmacêutico hospitalar deve ter conhecimento em relação não só à farmácia, mas a todos os setores que fazem parte do hospital. Também temos que ter facilidade e agilidade na resolução de problemas, sermos humildes e termos bom relacionamento com todos os funcionários do hospital”, complementa Vivian. Isso faz parte do ser estratégico — e é fundamental na farmácia hospitalar.

 

Farmácia hospitalar precisa ser estratégica

 

A farmácia hospitalar está hoje entre os setores com maior envolvimento do capital financeiro de uma unidade hospitalar. Por si só, esse motivo é mais que suficiente para que o setor seja estratégico — o que ficou ainda mais evidente em meio à pandemia.

 

“Diante dos impactos ocasionados pela Covid-19, a gestão de excelência do setor está diretamente relacionada ao resultado da instituição, exigindo-se a sua interação intersetorial para viabilizar o abastecimento regular da instituição com a menor mobilização financeira”, diz Janine.

 

Com uma gestão ágil e ativa — e com apoio da tecnologia —, o setor consegue controlar os custos e minimizar os desperdícios.

 

Sistema da Wareline é grande aliado

 

Ao longo dos últimos dez anos — pelo menos —, a farmácia hospitalar foi impactada pela transformação digital de forma significativa. O resultado foi maior segurança terapêutica ao paciente, ganho em qualidade e na gestão dos processos internos e, consequentemente, melhoria dos resultados.

 

“Tendo uma gestão correta e com apoio de vários indicadores, conseguimos manter nossos estoques suficientes para garantir a demanda do hospital e, assim, evitamos tanto desperdícios quanto gastos excessivos”, conta Vivian.

 

É isso o que acontece na Santa Casa de Araras e na Beneficência Portuguesa de Ribeirão Preto. Ambas fazem uso do sistema de gestão da Wareline, que mune as instituições com todos os relatórios e indicadores necessários para auxiliar nas tomadas de decisão.

 

“Para termos sucesso, a farmácia hospitalar atua de forma efetiva na análise de dados disponibilizados pelo sistema da Wareline, bem como do BI (Business Intelligence) aplicado pela instituição, além da construção de relatórios gerenciais”, diz Janine.

 

O Conecte/w possui módulos muito úteis para a rotina dos farmacêuticos hospitalares — e citados como diferenciais. Dois exemplos são os módulos de estoques e de compras web, que são integrados.

 

  • Módulo Estoque web: há controle de estoques de materiais, insumos, bens de patrimônio e compras de serviços. Os indicadores apresentam consumos por centros de custos e por tipos de produtos, curvas de consumo, balancetes de estoques, sugestões de compras, volumes de compras por fornecedor/por produto/e por centros de custos.
  • Módulo Compras web: possibilita a automação total do processo de compras, desde as cotações, autorizações e pedidos dos fornecedores até o acompanhamento das entregas. É possível controlar e autorizar todo o volume e valor das solicitações via sistema.

 

Há ainda outras ferramentas que contribuem para a gestão do custo e da segurança do paciente, como a integração com o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).

 

No Dia do Farmacêutico, a Wareline agradece pela dedicação desses profissionais tão relevantes e estratégicos às instituições hospitalares e se coloca à disposição para atuar sempre na proatividade e poder entregar soluções que contribuam para facilitar a rotina e diminuir os custos. Contem com a Wareline!

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