Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto: atenção redobrada na segurança do paciente

2021-04-15T17:43:03-03:00 15/04/2021|

O cenário bastante desafiador da pandemia da Covid-19 — e o que vem pela frente — tem exigido ainda mais das instituições de saúde no que diz respeito à segurança do paciente.

 

O excesso de casos graves e complexos, o sistema de saúde em seu limite de capacidade de ocupação, o esgotamento de recursos e a sobrecarga de trabalho exigiram enfoque ainda maior na tentativa de mapear e monitorar os eventos adversos.

 

Isso para que seja possível compreendê-los e evitá-los. Já explicamos o que são os eventos adversos e quais foram os impactos na gestão da saúde em meio à Covid-19. Para aprofundarmos no assunto, produzimos um podcast com o presidente do Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente, Lucas Zambon. Ele citou os três pilares que considera essenciais para minimizar eventos adversos, falou sobre como a tecnologia é aliada, telessaúde e o que podemos esperar para o pós-pandemia.

 

Uma das ações que já existiam antes da pandemia — e tiveram papel fundamental em meio à Covid-19 — foram os núcleos compulsórios e específicos voltados à segurança do paciente a fim de minimizar problemas e falhas que poderiam vir a ocorrer.

 

A Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto e o Hospital Padre Albino, de Catanduva (LINK) têm esses núcleos bem estruturados. A seguir vamos saber mais sobre a instituição de Ribeirão Preto.

 

 

A metodologia da Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto

 

A Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto mantém um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) atuante desde 2019, que visa promover uma assistência segura e investigar os eventos adversos através das notificações de ocorrências.

 

A coordenadora de qualidade da instituição, Larissa Helena de Jesus Sigaki de Lima, explica como é a metodologia de trabalho do NSP, composto pela coordenação de diferentes setores da entidade: assistenciais, de apoio, alta gestão e qualidade.

 

“São realizadas reuniões com apresentação dos dados mensais de notificação de eventos adversos mais relevantes. O objetivo dos encontros é criar um plano de ação envolvendo as diferentes áreas para minimizar os eventos adversos mais significativos e promover uma assistência segura”, diz Larissa.

 

Núcleo de Segurança do Paciente: diretrizes

Entre os princípios e diretrizes do NSP da Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto estão:

 

  • Melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde;
  • Disseminação sistemática da cultura de segurança;
  • Articulação e integração dos processos de gestão de risco;
  • Garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde dentro de seu âmbito de atuação.

 

E, com base no trabalho desenvolvido desde 2019, Dayane (enfermeira da Educação Permanente e membro do NSP), cita 3 pilares que contribuem para minimizar efeitos adversos ou para melhorar a cultura de segurança do paciente.

 

1º) Educação: por meio dela é possível manter uma equipe preparada de maneira teórica e prática.

 

2º) Planejamento: é o que garante uma visão nítida dos objetivos almejados pela instituição e quais são os caminhos necessários para alcançá-los. Estratégias de gestão bem planejadas evitam desperdícios de recursos e desgaste emocional da equipe.

 

3º) Comunicação efetiva: fundamental para estruturação de cuidados, gerenciamento de ações e repasse de informações — elementos fundamentais na segurança do paciente.

 

 

Tecnologia é grande aliada na segurança do paciente

 

Os protocolos assistenciais, confeccionados com base em conhecimento técnico-científico atualizado, são uma importante estratégia para padronização de técnicas e processos dentro da instituição a fim de que estes estejam adequados para a realidade de cada cenário institucional.

 

Outro fator que contribui para a segurança do paciente na Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto são os indicadores assistenciais baseados nas notificações de ocorrências. Assim, é possível fazer um levantamento quantitativo — e qualitativo — sobre os eventos adversos ocorridos em determinado recorte de tempo, como margem de comparação.

 

Indicador de Notificações de Ocorrências: o aumento do número de notificações ao longo de 2020 e começo de 2021, o que corrobora com a estratégia da Instituição de implantação e promoção da Cultura de Segurança do Paciente.

 

 

Indicador acompanha todas as notificações enviadas à Qualidade, tanto as “Não Conformidades” de processos e comportamentos, quanto os “Incidentes sem Dano”, “Evento Adverso” (e sua respectiva gravidade), “Quase Erro” e “Circunstância de Risco”.

 

Os indicadores hospitalares também são utilizados para auxiliar na monitorização da qualidade dos serviços oferecidos. Eles possibilitam aos gestores verificar as potencialidades e possibilidades de melhoria no seu ambiente de trabalho.

 

“A tecnologia auxilia proporcionando facilidade ao gestor no momento de realizar um levantamento de dados efetivo e ágil, assim como a possibilidade de obter dados fidedignos e com menor potencial de viés”, conta Larissa. Para a profissional, um software de gestão como o da Wareline auxilia no acompanhamento desses dados para melhor tomada de decisão e na articulação e integração dos processos e gestão de risco.

 

 

Wareline: como o sistema auxilia na segurança

 

Um sistema de gestão da Wareline armazena e compartilha dados e organiza rotinas fundamentais à segurança assistencial na instituição. Quando os profissionais têm acesso a um workflow completo de gestão clínica e as rotinas administrativas estão padronizadas, eles conseguem focar naquilo que realmente importa: o paciente no centro do processo.

 

Dentro do sistema da Wareline é possível fazer o controle de eventos adversos e as notificações de agravo. Em período pré-estabelecido (seja semanalmente ou mensalmente), o software notifica os responsáveis dentro do próprio hospital para início dos protocolos de segurança.

 

Outro fator fundamental dentro de um sistema de gestão é contar com um módulo de BI (business inteligente). Ele é um forte aliado para otimizar a gestão e garantir mais segurança às instituições, pois permite monitorar dados em tempo real e remotamente. Assim, é possível criar indicadores gráficos para cada processo, viabilizando a análise de riscos, antecipando identificação de dificuldades e acompanhando a evolução do que acontece no hospital.

 

 

Conte com nossa solução no seu hospital

 

Investir em assistência segura é um ato de humanização e respeito à vida do paciente. A Sociedade Portuguesa de Beneficência de Ribeirão Preto esteve atenta a isso mesmo antes da pandemia — e ainda mais agora! Garanta mais segurança aos seus pacientes e equipe clínica, conheça o sistema de gestão hospitalar da Wareline!

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