Um roqueiro na Santa Casa de Batatais

2016-04-19T00:00:00-03:00 19/04/2016|

Contratado da Santa Casa de Batatais (SP) desde 2004, hoje é responsável por toda a TI da instituição, em parceria com mais duas pessoas que fazem parte de sua equipe. Além de gerenciar, também presta suporte aos usuários e colabora com a administração, quando requisitado.
Sua chegada na instituição coincidiu com a implantação da versão em DOS do sistema da Wareline. “Na época, tive uma grande empatia ao saber que o sistema da Wareline é desenvolvido a partir de plataformas livres, por isso acreditei que nosso hospital tinha feito uma ótima escolha”, recorda o profissional que administra sistemas GNU/Linux desde 2001.
A tecnologia promove a praticidade e em seu dia a dia Massoli adota esse mesmo princípio. Acorda às 7h e bate o ponto às 7h30, pois mora a apenas 2 quilômetros de distância do trabalho. Apesar de não levar atividades para casa, segue uma escala de horários fora do expediente em que tem que ficar disponível para resolver problemas que podem surgir. Mais uma vez, usa a praticidade, solucionando os problemas, sempre que possível, por acesso remoto. Para Massoli, o trabalho o enobrece e ele faz o que sabe fazer de melhor com prazer.
Como um bom entendedor de infraestrutura de tecnologia, ele sabe de sua importância para as instituições de saúde. Para ele, a complexidade dos procedimentos da medicina moderna exige uma automação dos registros com o auxílio da tecnologia, essencial aos cuidados médicos dos dias atuais. “No Brasil, mesmo com a popularidade dos computadores, celulares e da internet nos estabelecimentos de saúde, menos da metade utiliza um banco de dados totalmente eletrônico. Em um futuro próximo esse será um dos grandes avanços na área médica”, explica.
Ainda de acordo com ele, alguns gestores ainda podem sentir certo desconforto com o uso da tecnologia, acreditando que ela pode atrapalhar a rotina ou mesmo gerar desempregos. “Ao contrário do que se imagina, essa área criou novas profissões e automatizou processos, trazendo diversos benefícios aos pacientes”, analisa. Ele ainda ressalta que os resultados da base de dados de um prontuário médico são importantes para a melhoria da qualidade do tratamento de saúde, avanço do conhecimento e redução de custos. Ele acredita que para ter índices satisfatórios o sistema hospitalar requer considerações complexas e todo esforço deve ser exigido para isso. é a tecnologia andando de mãos dadas com a saúde!
Matéria publicada originalmente na revista Wareline Conecta – Edição 11 – Janeiro, Fevereiro, Março/2016