Alta de custos evidencia a importância de sistema de gestão hospitalar

2017-10-05T17:06:14-03:00 08/06/2017|

Impactante. Esse foi o adjetivo utilizado pelo superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), Luiz Augusto Carneiro, após a divulgação do índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH), principal indicador utilizado pelo mercado de saúde suplementar como referência sobre o comportamento de custos. Com alta de 19,4% nos 12 meses encerrados em setembro de 2016, esta é a maior variação para o período desde o início da série histórica, em 2007.

O cenário fica ainda mais preocupante ao se constatar que, se de um lado há um recorde no aumento dos custos, do outro, o setor permanece registrando quedas consecutivas no total de beneficiários. Somente nesse período de avaliação do índice, 1,7 milhão de beneficiários deixaram a saúde suplementar.

O que se percebe é que a crise político-econômica gerou um efeito dominó que teve a área da saúde como uma das peças atingidas. Com a recessão, o número de desempregados aumentou, o que afetou diretamente na contratação de planos de saúde, seja pela queda da renda que levou ao cancelamento do plano, ou pela perda do emprego formal que acarretou no cancelamento do plano empresarial.

Outro agravante está nas falhas do próprio mercado, que ainda mantém o fee-for-service como sistema de pagamento das operadoras aos prestadores de serviços de saúde no Brasil. Trata-se de um desincentivo à eficiência, na medida em que ele absorve todos os custos, inclusive desperdícios e falhas assistenciais, como reinternações; além de todos os insumos serem adicionados à conta hospitalar.

Na tentativa de reverter esse quadro, fica-se cada vez mais evidente a necessidade de uma gestão na saúde mais próxima, que permita um maior controle dos gastos e processos. Investir em um software de gestão hospitalar pode trazer diversos benefícios no médio prazo, como a própria redução de custos.

 

Algumas plataformas específicas para o controle financeiro permitem, por exemplo, a organização do fluxo de caixa e um controle rígido de todos os gastos do hospital. Como consequência, fica possível identificar e eliminar despesas desnecessárias, realocar recursos para atividades mais produtivas e aumentar os lucros do hospital.

Esses mesmos softwares de gestão hospitalar, por meio de um sistema de Business Intelligence (BI), integram pessoas, departamentos e informações, o que demonstra que eles otimizam os processos das instituições de saúde, minimizam erros e facilitam o acesso aos dados necessários para a tomada de decisão. Funcionam, portanto, como um guia para as deliberações do administrador hospitalar, já que com os indicadores obtidos pelo cruzamento de informações é possível identificar os riscos que podem comprometer a gestão e, dessa forma, criar soluções para corrigí-los.

Ainda que o cenário seja impactante, é preciso encarar que esse é o momento de usar a tecnologia, através de um sistema de gestão hospitalar, para reduzir os custos e otimizar os processos. Aqui na Wareline nós temos a solução.

Entre em contato!