19 3797.0... ver

Notícias

03/04/13

Faturamento hospitalar

Número de glosas pode comprometer até 30% do faturamento, padrão TISS 3.0 pode ajudar a diminuir os erros

Administrar uma instituição de saúde não é tarefa fácil. As diversas áreas possuem rotinas a serem seguidas e processos que precisam ser gerenciados para garantir o melhor atendimento possível aos pacientes e também retorno financeiro ao hospital. Um setor em especial, o financeiro, deve funcionar corretamente para assegurar que isso aconteça. O faturamento hospitalar, no entanto, é uma das áreas que mais causam divergências dentro das unidades de saúde. O valor gasto pelo hospital e pelos prestadores com materiais, medicamentos e procedimentos devem ser pagas integralmente pelas operadoras. Quando isso não acontece são geradas glosas, ou seja, o não pagamento dos gastos aos hospitais pelas empresas de planos de saúde. Dados de 2007 da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) apontam que o número de glosas pode comprometer até 30% do faturamento hospitalar.



Uma pesquisa encomendada pelo SINDHOSP (Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo) ao Instituto Datafolha, também em 2007, revelou quais são as etapas que envolvem o faturamento hospitalar em que mais ocorrem problemas e que prejudicam o processo. São elas: pagamentos (86%), mais especificamente glosas, falta de reajustes e atrasos, e a liberação de guias (75%). Falhas no atendimento (52%), problemas de cobertura (25%) e remoção de pacientes para outros hospitais (14%) também são queixas das instituições.

Além de o faturamento hospitalar depender de diversas conferências e fechamentos para ser concluído, boa parte do processo é feita manualmente, o que colabora para o aumento das glosas.  O padrão TISS 3.0 (Troca de Informações na Saúde Suplementar), que será obrigatório a partir de 30 de novembro deste ano, pode trazer mais facilidade a esta atividade e diminuir os erros. O novo padrão atende a antigas reivindicações dos prestadores em relação às guias eletrônicas para recursos de glosas, e a sua rastreabilidade. Também traz a complementação do processo de faturamento com a ampliação da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) e a inclusão de termos relacionados à diária, taxas, gases, medicamentos, materiais e outros.

“O módulo de “Glosas e Repasses” da Wareline auxilia os hospitais a organizarem os valores cobrados, recebidos e as glosas, sejam elas recursadas ou justificadas”, explica o responsável pelo módulo da Wareline, Alexon Daniel Siqueira. Além disso, o módulo também possibilita a análise entre as variações dos valores cobrados e recebidos, dos recursos de glosa, das contas pendentes, não pagas pelo convênio, não enviadas eletronicamente, devolvidas e os pagamentos atrasados. A empresa está trabalhando no processo de atualização do seu sistema para estar em acordo com o TISS 3.0 até o final do ano. 

 Hacklink Shell indir Shell download Php Shell download Bypass shell Litespeed bypass shell https://backlinksale.wordpress.com/ https://hacklinkborsa.blogspot.com.tr/ https://shelldown.wordpress.com/ https://mectry.wordpress.com/ atasehir escort maltepe escort jigolo jigolo kartal escort kurtkoy escort pendik escort porno Kamagra Jel rokettube şarkı indir kaçak bahis jigolo olgun dul bayanlar istanbul jigolo sitesi seks hikayeleri jigolo sitesi hd porno rokettube brazzers porno sex izle sex izle