• Lucro e prejuízo

Gestor hospitalar: o que dá lucro ou prejuízo no seu hospital?

2019-02-28T11:19:34-03:00 28/02/2019|

Provavelmente a sua resposta imediata a este questionamento seja: “claro que sim, afinal, sou responsável pela gestão da minha instituição de saúde”. De forma alguma nossa intenção é questionar a sua atuação como gestor hospitalar, o que queremos aqui é propor uma reflexão e trazer alguns insights sobre o tema. Afinal, sabemos que gerenciar um negócio com tantas variáveis como um hospital é uma tarefa de alta complexidade, ainda mais considerando o impacto na vida e saúde das pessoas.

Ainda que a natureza de sua atuação, os produtos e serviços providos sejam distintos, um hospital consiste em uma empresa como outra qualquer. Isso significa que precisa estabelecer estratégias e processos de gestão financeira eficientes para maximizar a produtividade, reduzir desperdícios e otimizar a operação. Assim poderá entregar não só um atendimento de excelência aos pacientes, como também o melhor ambiente e condições para a equipe médica realizar seu trabalho. E, é claro, não incorrer em prejuízos capazes de impossibilitar o bom funcionamento da instituição.

Então queremos propor um exercício. Você, gestor hospitalar, consegue listar o que efetivamente dá lucro na sua instituição? Acompanhe alguns caminhos a percorrer e analisar para ter mais controle sobre as finanças do seu hospital.

O que significa dar lucro

Para saber se sua instituição dá lucro, não se trata apenas de analisar o fluxo de caixa. O gestor hospitalar precisa fazer a apuração de resultados. Segundo o Sebrae, “a apuração de resultado ajuda a identificar falhas na gestão financeira do negócio, que podem estar na precificação inadequada, nos custos e despesas variáveis ou nos custos e despesas fixas”.

O primeiro passo é encontrar o ponto de equilíbrio, a partir do cálculo entre receitas obtidas menos as despesas realizadas, custos, deduções e impostos. Se o saldo for equivalente, significa que atingiu o ponto de equilíbrio; se for positivo, o sinal é que o negócio é rentável; e se der negativo, é sinal de alerta: está dando prejuízo.

Conhecer o ponto de equilíbrio é imprescindível para entender qual o faturamento mensal necessário para que a instituição cubra todos os seus gastos, sejam estes fixos ou variáveis. E para que defina quais ações serão necessárias para a obtenção de lucro e realização de investimentos.

Futuro próximo

A Delloite estima que entre os anos de 2017 e 2021, os gastos com saúde em todo o mundo aumentem a uma taxa anual de 4,1%, resultando em $8,7 trilhões em 2020. Isso se deve a questões como o envelhecimento e o crescimento da população; os avanços na expansão do mercado; os progressos nos tratamentos médicos; e o aumento dos custos trabalhistas com profissionais da área.

O aumento de gastos com saúde, no entanto, não significa necessariamente mais eficiência ou resultados para a instituição ou para a saúde do paciente. A alta dos custos e a redução das margens de lucro pressionarão o setor de cuidados com a saúde para que busquem diferentes maneiras para continuar oferecendo qualidade, resultados e o valor que os consumidores procuram. A tendência é que o desafio para gestores e instituições siga em uma crescente nos próximos anos.

Papel do gestor hospitalar

Cabe ao gestor a responsabilidade de fazer o controle organizado das informações que reflitam a real situação financeira da empresa, sem perder de vista a meta de manter um fornecimento consistente de cuidados inteligentes para a saúde. Para isso, o gestor hospitalar precisa criar políticas, processos e capacidades com foco no alcance de cuidados de alto valor, que fazem da instituição mais eficiente e reduzem o desperdício e os custos.

Como um ERP pode auxiliar

A tecnologia é fundamental para eliminar falhas e desperdícios; permitir melhor controle dos investimentos e estreitar a relação médico-paciente. Neste sentido, por possibilitar a extração de dados de maneira automática e precisa, um sistema de gestão hospitalar (ERP) é a solução ideal para contribuir com a gestão hospitalar e a lucratividade.

Promove benefícios em inúmeras esferas, entre as quais:

  • Planejamento e indicadores, com melhor controle de estoque e investimentos, mensuração de retorno sobre o /investimento (ROI);
  • Padronização, por meio de uma linguagem uniforme, protocolos e processos bem definidos, que reduzem o risco de erros e trazem qualidade à assistência médica;
  • Redução de glosas, com um processo de gestão de faturamento estruturado;
  • Gestão de custos, com o acesso a relatórios gerenciais;
  • Integração de informações, automatizando e tornando os fluxos de trabalho mais organizados.

Além de melhor vantagem competitiva, estabelecer um processo estruturado é capaz de organizar rotinas fundamentais e trazer melhorias à sua gestão hospitalar, promovendo estabilidade à sua saúde financeira. A Wareline pode ser sua parceira neste caminho. Entre em contato hoje mesmo.