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Checklist para o gestor hospitalar utilizar a tecnologia a seu favor

2018-11-22T14:53:24-02:00 22/11/2018|

O setor de saúde vem experimentando, nos últimos anos, um ritmo rápido de inovação. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, entre dispositivos médicos e mecanismos de gestão, as instituições contam com novidades capazes de trazer mais valor não só à assistência médica, com melhores diagnósticos e terapias, mas também à administração hospitalar.

Checklist do Gestor Hospitalar

Reduzir custos, aumentar a eficiência, ajudar as equipes a gastar menos tempo com o trabalho manual, melhorar o acesso e atendimento de pacientes, proporcionar indicadores para a tomada de decisões. Estes são alguns dos ganhos obtidos com a adoção de novas tecnologias. Acompanhar todas essas evoluções pode não ser tão fácil. Você, como gestor hospitalar, está acompanhando esse movimento de mudanças?

Não se preocupe! Desenvolvemos um checklist com os principais itens que todo gestor hospitalar deve seguir para tirar proveito da tecnologia para uma melhor gestão hospitalar. Confira a seguir.

#1 Siga as tecnologias emergentes

A PricewaterhouseCoopers (PwC) relata que “o setor de saúde está aquém de outros setores, como varejo e telecomunicações, na implantação de tecnologias emergentes, incluindo inteligência artificial, drones e realidade virtual, mas que esta tendência está prestes a mudar.” Este levantamento é de pesquisa publicada em 2016.

Paralelamente, estudo da Accenture, “A indústria global de saúde no ano de 2020”, informa que “o setor de saúde global no ano de 2020 será um ambiente altamente conectado, impulsionado por grandes redes de dados, computação em nuvem e dispositivos móveis. Haverá aumentos generalizados no número de redes de saúde conectadas, proporcionando uma integração perfeita entre prestadores de cuidados, pacientes, empresas farmacêuticas, seguradoras de saúde, entre outras. Os cuidados dentro deste modelo se tornarão mais centrados no paciente, mais baratos e mais inovadores”.

Estes dados indicam a necessidade latente de investir em tecnologias. Tanto aquelas que impactam o atendimento ao paciente, como também aquelas referentes à forma como processos e operações serão gerenciados no futuro.

#2 Tenha um Planejamento Estratégico

Como um gestor hospitalar, você sabe que uma boa estratégia depende de planejamento, foco e comprometimento. Isso inclui articular objetivos e aspirações, avaliar a dinâmica da situação da organização e identificar o que fazer para garantir o futuro desejado, com a determinação de metas realistas e audaciosas.

Uma vez feito o planejamento estratégico, é preciso acompanhar a evolução dos indicadores estabelecidos. Contar com o suporte de tecnologia, por meio de uma ferramenta segura e ágil para sinalizar e conduzir a gestão hospitalar, é determinante para a qualidade da assistência e a execução das rotinas estabelecidas. Aqui, um sistema de gestão hospitalar é ferramenta fundamental.

#3 Acompanhe os Indicadores

Conforme mencionado acima, ao planejar estrategicamente como conduzir a gestão hospitalar é imprescindível o estabelecimento de metas e, consequentemente, de indicadores. São eles que, periodicamente, dirão se os rumos da instituição estão de acordo com a expectativa.

Ao monitorar e avaliar dados, identificar avanços, proporcionar melhorias e antecipar erros, indicadores são essenciais para uma boa gestão. Eles facilitam a organização financeira, administrativa e assistencial. Grande parte destes indicadores podem ser obtidos dentro do sistema de gestão hospitalar, a partir dos relatórios gerenciais mais utilizados pelo administrador e gestor hospitalar.

#4 Realize ações de Compliance

Estabelecer um programa de Compliance é uma prática cada vez mais comum em instituições de saúde. O objetivo é o cumprimento das normas legais e regulamentares, políticas e diretrizes inerentes ao negócio de saúde, além da contribuição para a detecção e prevenção de fraudes. Para resultados mais efetivos, deve enfatizar e incentivar comportamentos éticos das equipes, não focando apenas em instituir regras.

Compliance pode, também, ajudar na gestão de custos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 20% e 40% do gasto em saúde é desperdiçado com ineficiência. Quando há uma gestão focada e controle efetivo dos processos e regras, há mais controle financeiro. Além disso, os investimentos são direcionados exatamente para onde eles precisam ir, há menos fraudes e desvios. Contar com a tecnologia de um sistema de gestão hospitalar para uma gestão mais precisa é, portanto, capaz de fazer toda a diferença. 

#5 Entenda a importância do BI

Termo muito difundido em diversos setores do mundo corporativo, Businees Intelligence (BI), ou inteligência de negócio, refere-se ao uso de dados para a identificação de tendências ou tomada de decisões. A condução da assistência médica baseada em dados, sejam eles clínicos e operacionais, recolhidos no processo de gestão da saúde, ou ainda referentes ao bem-estar de milhões de pacientes, é uma realidade cada vez mais comum.

A partir de uma base comparativa qualitativa e quantitativa do grande volume de dados captados, é possível processar, comparar e analisar diferentes perspectivas; e cruzar informações, criando indicadores, análises amplas e referências qualificadas.

Este novo conhecimento é capaz de guiar a administração hospitalar para a tomada de decisões táticas e estratégicas de maneira mais precisa. Impacta diretamente na melhor qualidade, eficiência, segurança e custo dos cuidados e cria a possibilidade de oferecer atendimento altamente personalizado ao paciente. Consequentemente, promove um salto de qualidade na gestão da entidade.

#6 Invista na Gestão de equipe

Estabelecer processos formais de gestão de pessoas e delegar funções é vital para o crescimento da instituição de saúde. O modelo descentralizado estimula o trabalho em equipe, descobre e potencializa talentos e mantém os colaboradores participativos dentro da empresa. Novamente, com o uso de indicadores, é possível mensurar o comportamento e o desempenho do hospital.

O estabelecimento de metas é um catalisador da motivação. A equipe se sente parte integrante do processo de mudança, participa das discussões, da análise e da implantação das novas condutas. E tudo isso impacta diretamente na redução da rotatividade.

Paralelamente à explosão de inovações na ciência, projetadas para melhorar a expectativa e qualidade de vida dos pacientes, existe um movimento muito grande para inovar na gestão hospitalar. Este é cenário em que todos ganham: médicos, pacientes e gestores hospitalares. Se você tem dúvidas ou quer saber mais sobre como otimizar sua administração, entre em contato conosco para uma demonstração completa.